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Cidades

após anunciar venda de módulos furtados na internet Suspeitos são presos

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SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA

Suspeitos foram levados à 1ª Delegacia de Polícia-Foto: PMMT

Brendon Henrique da Silva, 20 anos, e Jhony dos Santos Freitas, 26 anos, foram presos na noite desta sexta-feira (28) durante uma venda de módulos furtados. A prisão foi resultado de um serviço de investigação que vinha sendo realizado pela Agência Regional de Inteligência (ARI).

Segundo consta no Boletim de Ocorrências n°2018.400259, devido ao aumento de casos de furto de módulos de caminhão, a ARI começou a investigar e encontrou um anuncio feito pelo suspeito Brendon em um site de compra e vendas. Os policiais então fizeram o monitoramento, foram até o local onde seria feita a entrega da mercadoria e prenderam o suspeito com os objetos.

Brendon contou que não era dono dos objetos e que apenas estaria fazendo a venda para Jhony e pelo trabalho ganharia uma comissão de R$300.

Jhony foi abordado próximo à casa do sogro e afirmou aos policiais que não era dono dos objetos e que Brendon havia feito o furto no pátio de uma empresa no Distrito Industrial Maria Vetorasso. Ambos foram levados à 1º Delegacia de Polícia de Rondonópolis.

Somente neste ano, 11 Boletins foram registrados sobre furtos do mesmo material.

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Política MT

Trabalhadores da Coder recebem apoio unânime da bancada do PT na Câmara.

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Os vereadores Júnior Mendonça e Wendell Girotto manifestaram apoio integral ao movimento grevista deflagrado nesta quinta-feira (27) pelos trabalhadores da Coder. Em pronunciamentos na tribuna da Câmara Municipal e também na assembleia geral que aprovou a paralisação, os dois vereadores do Partido dos Trabalhadores (PT) manifestaram preocupação com o futuro dos servidores e questionaram os argumentos utilizados pelo prefeito Cláudio Ferreira para fechar a companhia.

Trabalhadores da Coder decidem pralização por 72 horas

“No passado outros prefeitos receberam recomendações semelhantes do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MT), se recusaram a fechar a Coder e nada aconteceu. A verdade é que o fechamento é uma decisão política e pessoal do prefeito. Uma decisão errada, que ameaça centenas de famílias e vai prejudicar a cidade”, alertou Júnior Mendonça.

Os parlamentares reclamaram da falta de informações e de diálogo. Conforme eles, o processo de fechamento ocorre ‘a toque de caixa’ sem que o município apresente dados sobre a dívida existente e o impacto financeiro decorrente do fechamento da Coder. “Não se pode tomar uma decisão dessa sem transparência, sem ouvir a sociedade. A quem interessa isso? Certamente não ao povo de Rondonópolis”, ressaltou Mendonça.

Vereador Wendel Girotto (PT)

Wendell Giroto disse que a bancada do PT buscará as medidas regimentais para barrar o avanço do projeto na Câmara. “Somos minoria, mas atuaremos unidos e com toda nossa força para defender os servidores da Coder e o patrimônio público. O nosso lado é o lado do trabalhador”, destacou.

Os vereadores adiantaram que vão apresentar um pedido de vistas assim que o projeto chegar à Câmara Municipal. Com isso esperam ter mais tempo para analisar a proposta e convencer os colegas a votarem contra o fechamento da Coder. “Vamos lutar até o fim”, disse Girotto.

Vereador Júnior Mendonça (PT)

A paralisação dos servidores foi aprovada por ampla maioria na Assesmbleia Geral, realizada nesta quarta-feira(26) no pátio da Câmara de Vereadores de Rondonópolis. O movimento começou à 0h desta quinta-feira e será encerrado no sábado. Neste período estão previstas várias manifestações para envolver a sociedade. A Coder realizar vários serviços públicos essenciais e tem hoje cerca de 600 servidores que podem ficar desempregados com a decisão do prefeito municipal.

DA REDAÇÃO

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ARTIGOS

Ressentimento, Poder e Silenciamento: o que o caso Geane Teles revela sobre a violência política de gênero

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O Brasil reconheceu oficialmente a violência política de gênero ao sancionar a Lei 14.192/2021, que combate agressões físicas, psicológicas, institucionais e digitais contra mulheres no ambiente político. No entanto, reconhecer o problema não é suficiente: é preciso agir.

Transformar indignação em mudança exige coragem para nomear o problema e enfrentá-lo. Geane Lina Teles não é apenas um nome, mas um símbolo da resistência feminina em um sistema que constantemente tenta silenciá-las. Cada vez que a palavra de uma mulher é interrompida, sua autoridade questionada ou sua imagem diminuída, a afronta não é apenas contra ela, mas contra toda a sociedade que depende de uma representação justa e plural.

O filósofo Friedrich Nietzsche, em sua análise profunda da psique humana, chamou de ressentimento o veneno dos que não suportam ver no outro a coragem que lhes falta. Aqueles que, incapazes de criar, incapazes de agir, reagem transformando sua frustração em ataque. Vivemos uma era perfeita para o ressentido. Ele não constrói. Nietzsche dizia que o ressentido transforma sua fraqueza em virtude, chama sua covardia de prudência, sua paralisia de neutralidade e a sua impotência de sabedoria. Mas, no fundo, o que ele teme é o espelho. Porque no espelho ele veria a sua própria inércia. Essa moral do ressentimento se espalhou nas redes, na política. Pessoas incapazes de construir algo real passam a eleger inimigos, criam os maus para poder se sentir os bons e, com isso, alimentam uma ilusão de superioridade. Um alívio momentâneo para a própria insignificância. Mas há algo ainda mais perigoso: essa mentalidade se multiplica e passa a dominar o discurso público. Os que gritam por moralidade, justiça e virtude, muitas vezes, são os mesmos que destilam ódio. Porque, como dizia Nietzsche, o ressentido precisa moralizar sua fraqueza para sobreviver a ela. O ressentido não suporta ver quem age, porque agir é o que ele não consegue fazer. Então ele se vinga como pode. Não ataque quem age, haja também.

Esse alerta filosófico é, antes de tudo, um convite ao discernimento. Ele nos lembra que ataques direcionados a mulheres que se movem, lideram e transformam não são meros incidentes isolados. São sintomas de uma mentalidade corrosiva, que teme a ação justamente porque vive da paralisia. E, assim, o espaço público é dominado por aqueles que gritam por moralidade enquanto perpetuam injustiças.

A história de Geane Lina Teles nos lembra de algo essencial: o ressentido teme quem age. Porque agir é o que ele não consegue fazer. A resposta para esse ciclo de ataques não está em revidar, mas em agir também.

Lutar contra a violência de gênero, seja ela política, física ou psicológica, exige ação coletiva. É um chamado para que todos nós, como sociedade, nos posicionemos contra a injustiça. Porque cada mulher silenciada representa uma oportunidade perdida de construir um futuro mais justo e igualitário.

Não é suficiente indignar-se. É preciso mobilizar-se. A violência política de gênero não é apenas uma afronta individual; é um ataque sistemático ao direito de toda a sociedade de ser representada por vozes diversas e corajosas.

Geane Lina Teles é um símbolo dessa luta, mas não pode carregá-la sozinha. Cabe a cada um de nós garantir que seu nome e sua história não sejam apagados ou reduzidos a um episódio isolado.

Como sociedade, temos o dever de honrar o legado de mulheres como ela, transformando o silêncio em grito e a indignação em ação. Porque, como Nietzsche nos lembra, o verdadeiro poder está em agir.

Por: Ilso Galdino, Advogado e Servidor Público

DA REDAÇÃO

 

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RECONHECIMENTO

Cartório do 4º Ofício conquista o Prêmio Selo Cartório Eficiente 2025

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Cartórios mato-grossenses que se destacaram pela excelência na prestação dos serviços à sociedade foram homenageados pela Corregedoria Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT). Um dos homenageados foi o Cartório do 4º Ofício de Rondonópolis, que recebeu o Prêmio Selo Cartório Eficiente 2025. Ao todo 52 serventias extrajudiciais foram reconhecidas por porte (pequeno, médio e grande) em uma cerimônia realizada em Cuiabá.
O Cartório do 4º Ofício de Rondonópolis conquistou a premiação entre as serventias de grande porte (grupo 2, faixa 3), incluindo Tabelionatos de Notas e Protestos, obtendo a maior nota entre as participantes no segmento no estado. Os critérios avaliados pelo “Selo Cartório Eficiente” são governança; qualidade e inovação; responsabilidade social; eficiência e resultados financeiros; e cumprimento de normas e regulamentos específicos.
O tabelião Aureo Candido Costa, responsável pelo Cartório do 4º Ofício, observou que este é o segundo ano seguido que a serventia local recebe a premiação. “Ser premiado duas vezes em em seguida com o Selo Cartório Eficiente, pelo Tribunal de Justiça, através da Corregedoria Geral de Justiça de Mato Grosso, significa muito mesmo, e isso se deve à credibilidade tanto do tabelião como de todos os funcionários, além da dedicação, zelo e responsabilidade na prática de seus atos”, analisou.
A premiação, segundo o tabelião, reforça o compromisso da serventia em seguir sua trajetória de responsabilidade em cada ato praticado. “Seja em um reconhecimento de firma, na autenticação de documentos, na lavratura de um ato de suma importância como um inventário, partilha de bens ou na compra e venda de um imóvel de alto valor, que são um conjunto de atos probatórios da nossa responsabilidade, demonstra nossa honestidade e busca da perfeição na nossa prestação de serviço”, acrescentou.
O corregedor-geral da justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, falou da iniciativa e parabenizou as serventias premiadas. “O ‘Selo Cartório Eficiente’ reconhece quem dedica tempo, energia e comprometimento para fazer o melhor. Cada premiação representa o esforço de delegatários e equipes que enfrentam desafios diários e conseguem entregar serviços ágeis e seguros à população. Que o exemplo dos cartórios vencedores motive outras unidades a colocarem cada vez mais o cidadão no centro da prestação de serviços”, resumiu.
Como tabelião interino no Cartório do 3º Ofício, Aureo  Costa também recebeu o “Selo Cartório Eficiente” para a referida serventia, que ficou em segundo lugar entre as serventias de grande porte (grupo 3, faixa 2), incluindo Tabelionatos de Notas, Registro Civil de Pessoas Jurídicas e Documentos. “Agradeço a todos aqueles que contribuíram para que essa homenagem fosse almejada e alcançada”, externou o tabelião.
DA REDAÇÃO

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