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ELEIÇÕES 2026

Articulação de Cid Gomes pode levar Ciro à quinta disputa presidencial após convite do PSDB

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O cenário político nacional começa a ganhar novos contornos com a possibilidade de uma quinta candidatura presidencial de Ciro Gomes, ex-ministro e ex-governador do Ceará. O movimento ganhou força após o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, convidar formalmente Ciro para disputar a Presidência da República pela legenda tucana, em uma estratégia que busca consolidar uma alternativa de centro ao cenário político polarizado.

Nos bastidores, entretanto, um nome tem sido apontado como peça-chave para a retomada desse projeto nacional

Constrangimento político no Ceará impulsionou nova estratégia

A possível candidatura presidencial de Ciro Gomes surge em um momento delicado dentro da política cearense. O senador Cid Gomes, atualmente aliado político do governador Elmano de Freitas, é um dos apoiadores da candidatura à reeleição de Elmano ao Governo do Ceará.

Essa posição política teria gerado um ambiente de constrangimento para o senador, que se veria diante da possibilidade de estar em um palanque eleitoral contrário ao próprio irmão, caso Ciro optasse por disputar novamente o governo estadual.

Segundo interlocutores políticos, foi justamente esse cenário que motivou Cid Gomes a buscar uma alternativa estratégica capaz de preservar a unidade familiar e política, ao mesmo tempo em que reposiciona Ciro no cenário nacional.

Foi a partir dessa avaliação que surgiu a ideia de convencer Ciro Gomes a retomar o projeto de candidatura à Presidência da República, evitando um confronto direto no cenário eleitoral cearense.

Reunião entre Cid e Tasso Jereissati, abriu caminho para convite do PSDB

Outro episódio considerado decisivo para o avanço dessa articulação foi uma reunião política envolvendo o senador Cid Gomes e o ex-governador Tasso Jereissati, ex-presidente do PSDB, amigo de Ciro e principal responsável por sua volta ao partido tucano.

De acordo com fontes próximas às negociações, esse encontro teria contribuído para amadurecer a proposta de construção de uma candidatura de centro com potencial de alcance nacional.

A partir dessas articulações, surgiu o movimento que culminou no convite oficial feito pelo presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, ao ex-ministro Ciro Gomes.

A avaliação interna entre lideranças partidárias é que o nome de Ciro reúne características consideradas estratégicas para uma candidatura de centro, incluindo experiência administrativa, visibilidade nacional e histórico político consolidado.

A reação de Ciro ao ser convidado por Aécio para ser candidato à presidência da República

Aécio convida Ciro para ser candidato do PSDB à presidência da República.

“Fiz um apelo para que ele se disponha a liderar um novo caminho para o Brasil, o caminho do centro democrático, liberal na economia, inclusivo do ponto de vista social, responsável no campo da gestão pública”, afirmou Aécio Neves em um encontro com correligionários na Câmara dos Deputados.

 

Oque diz Ciro Gomes

Eu só não descarto imediatamente este honroso convite por uma circunstância: o país está vivendo talvez um dos piores momentos da história moderna — disse Ciro.

Ciro não recusou, mas também não aceitou de imediato o convite, condicionando a decisão a conversas com a esposa, familiares e pessoas próximas.

Possível quinta candidatura ao Palácio do Planalto

Caso confirme a candidatura, esta será a quinta vez que Ciro Gomes disputará a Presidência da República, consolidando uma trajetória marcada por tentativas recorrentes de chegar ao cargo máximo do Executivo federal.

Veja o histórico das disputas presidenciais:

  • 1998 — Pelo PPS, ficando em 3º lugar
  • 2002 — Pelo PPS, novamente em 3º lugar
  • 2018 — Pelo PDT, ficando em 3º lugar
  • 2022 — Pelo PDT, em 4º lugar
  • 2026 — Pelo PSDB, possível quinta candidatura

 

Ao longo dessas campanhas, Ciro construiu uma identidade política marcada por forte discurso econômico e defesa da reindustrialização nacional, além de críticas frequentes ao sistema financeiro e ao modelo econômico vigente.

PSDB busca recuperar protagonismo político

O convite feito pelo PSDB também reflete uma tentativa do partido de retomar protagonismo no cenário político nacional.

Após anos de perdas eleitorais e redução de sua influência política, a legenda busca um nome competitivo que possa representar o campo moderado e ampliar sua capacidade de articulação nacional.

Nos bastidores, lideranças avaliam que o eleitorado brasileiro demonstra sinais de desgaste com a polarização política, o que abre espaço para candidaturas que dialoguem com diferentes setores da sociedade.

Nesse contexto, Ciro Gomes surge como uma alternativa considerada viável por reunir:

  • Experiência administrativa consolidada
  • Histórico como ministro da Fazenda e da Integração Nacional
  • Atuação como governador e parlamentar
  • Forte presença nacional

Impactos no cenário político do Ceará

Caso a candidatura presidencial seja confirmada, o impacto mais imediato será sentido no cenário político cearense.

A eventual desistência de uma candidatura ao governo estadual pode evitar um embate direto entre aliados e familiares, além de preservar a base política construída ao longo das últimas décadas no estado.

A decisão também tende a fortalecer o apoio à reeleição do governador Elmano de Freitas, ampliando a estabilidade política no Ceará.

O papel do senador Cid Gomes continuará sendo considerado central nesse processo, especialmente na condução das articulações locais e nacionais.

Centro político tenta reorganização nacional

A possível candidatura presidencial de Ciro Gomes integra um movimento mais amplo de reorganização do chamado campo político de centro, saindo da quase polarização, onde hoje a disputa está praticamente concentrada entre o atual presidente Luiz Inácio Lula da Sila, e Flávio Bolsonaro, com mais duas ou três candidaturas, que juntas não devem chegar aos dois dígitos. Caso Ciro decida entrar para a disputa, o cenário poderá mudar drasticamente, ofuscando as demais candidaturas consideradas de centro e atingindo as duas principais candidaturas central no pleito. Ciro tem feito ataques contundentes ao governo do PT, de quem já foi aliado, bem como tem direcionado grandes ataques ao ex-presidente Jair Bolsonaro e ao seu filho, Flávio que hoje está o substituindo na disputa, a quem Ciro por várias vezes o chamou de desviar dinheiro de assessores através do sistema de rachadinhas, bem como de ter comprado um imóvel e pago em dinheiro vivo, segundo Ciro, fruto de esquema de desvio de dinheiro. é de se esperar, que caso o agora tucano, vá para a disputa, sua metralhadora gire na direção de lula e flávio simultaneamente, bem ao estilo Ciro Gomes de ser.

DA REDAÇÃO

 

 

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ELEIÇÕES 2026

Pesquisa CNT/MDA mostra Lula com 39,2% e Flávio Bolsonaro somando 30,2 % – VEJA números.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o cenário de primeiro turno da nova pesquisa CNT de Opinião, divulgada nesta terça-feira (14), com 39,2% das intenções de voto. Em segundo lugar aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 30,2%. O levantamento foi realizado pelo instituto MDA e mostra os dois nomes à frente dos demais pré-candidatos testados.

Na sequência, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) soma 4,6%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) registra 3,3%. Renan Santos aparece com 1,8%, e Aldo Rebelo tem 1,5%. Brancos e nulos somam 10,4%, e os indecisos representam 8,9% dos entrevistados.

Em comparação com o levantamento anterior, Lula oscilou dentro da margem e manteve estabilidade. Esta foi a primeira vez que a pesquisa CNT/MDA incluiu o nome de Flávio Bolsonaro no cenário estimulado. No estudo anterior, divulgado em novembro, Jair Bolsonaro aparecia com 27% das intenções de voto.

No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula aparece com 28,7%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 16,6%, e Jair Bolsonaro, com 3,4%. Outros nomes somam 3,6%. Nesse recorte, os indecisos chegam a 38,6%, enquanto 9% afirmam votar em branco ou nulo.

A pesquisa também mediu o grau de definição do eleitorado. Segundo o levantamento, 64,9% afirmam que o voto já está decidido, enquanto 35,1% dizem que ainda podem mudar de opinião. Entre os eleitores de Lula, 77% consideram o voto definitivo. No caso de Flávio Bolsonaro, esse índice é de 69%.

No recorte de rejeição, Lula aparece com 40,3%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 25%, e Jair Bolsonaro, com 18,9%. Ronaldo Caiado registra 1,3%, e Romeu Zema, 1%. Outros nomes foram citados por 4% dos entrevistados. Além disso, 7,8% disseram não rejeitar nenhum candidato, e 13,8% não souberam ou não responderam.

A pesquisa CNT/MDA ouviu 2.002 eleitores entre os dias 8 e 12 de abril, em entrevistas presenciais domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-02847/2026.

DA REDAÇÃO

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ELEIÇÕES 2026

Rondonópolis poderá ficar sem representantes no Congresso a partir de 2027, mesmo com nove candidatos à Câmara Federal

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Rondonópolis, considerada a capital do bitrem e referência no agronegócio em Mato Grosso, vive um cenário político que acende um alerta para o futuro da representatividade federal do município. Terceira maior economia do estado e o terceiro maior colégio eleitoral, a cidade corre o risco real de ficar sem representantes na Câmara dos Deputados a partir de 2027, mesmo apresentando um número expressivo de nove candidatos à disputa.

Historicamente, Rondonópolis já ocupou posições de destaque na política estadual e nacional, elegendo governadores, senadores e deputados federais. Atualmente, o município conta com o senador Welington Fagundes (PL) e com os deputados federais José Medeiros (PL) e Rodrigo da Zaeli (PL) como representantes no Congresso Nacional. Entretanto, o cenário político para as próximas eleições indica muita dificuldade para manter essa representatividade.

Welington Fagundes deve disputar a eleição ao governo do estado pelo Partido Liberal, enquanto José Medeiros (PL), mantém a intenção de concorrer ao Senado com apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Já Rodrigo da Zaeli, que assumiu o mandato após a eleição de Abílio Brunini à Prefeitura de Cuiabá — tendo obtido apenas 6.695 votos — deve buscar a reeleição enfrentando concorrência pesada dentro do próprio partido.

Disputa acirrada nas federações e partidos

Entre os possíveis nove pré-candidatos rondonopolitanos à Câmara Federal, o cenário revela desafios complexos em praticamente todas as siglas.

Federação PT,PV e PCdoB

Wendel Girotto (PT)

Na federação formada por PT, PV e PCdoB, os nomes de Wendel Girotto (PT) e Neuma de Morais (PV) aparecem como representantes locais. Ambos enfrentam uma disputa direta com a ex-deputada Rosa Neide, que obteve 124 mil votos na última eleição e deve novamente liderar a votação da legenda.

Neuma de Morais (PV)

Para conquistar uma vaga, Girotto e Neuma precisarão não apenas superar concorrentes internos, mas também torcer para que a federação alcance votos suficientes para uma segunda cadeira — tarefa considerada difícil, já que o quociente eleitoral estimado pode chegar a 230 mil votos.

Rodrigo da Zaeli e o cenário dentro do PL

No Partido Liberal, Rodrigo da Zaeli enfrenta concorrentes com histórico eleitoral robusto, como coronel Fernanda e coronel Assis, que obtiveram 60.304 e 47.479 votos, respectivamente, na eleição passada.

Rodrigo da Zaeli (PL)

Outro fator que amplia o desafio é a possível candidatura do agropecuarista Thiago Boava, viúvo da ex-deputada Amália Barros, que conquistou 70.294 votos em 2022. Caso Boava alcance cerca de metade dessa votação, poderá alterar significativamente a disputa interna.

A lista do PL ainda conta com nomes como:

  • Rafael Ranali (policial federal e vereador por Cuiabá)
  • Luiza Boer (biomédica e vereadora por Juína)
  • Gislaine Yamashita (vereadora por Primavera do Leste)

A expectativa é que o PL conquiste ao menos uma vaga, podendo disputar uma segunda cadeira, o que torna o ambiente ainda mais competitivo.

Kalynka Meireles e a disputa no Podemos

Kalynka Meireles (PODEMOS)

A vereadora Kalynka Meireles, em seu segundo mandato em Rondonópolis, disputa vaga pelo Podemos, partido liderado regionalmente por Max Russi.

Entre seus principais concorrentes estão nomes de forte densidade eleitoral:

  • Neri Geller (ex-ministro da Agricultura)
  • Nelson Barbudo
  • Allan Kardec
  • Marcos Ritella

Kalynka obteve 9.630 votos em 2022. Entretanto, diante de concorrentes que já alcançaram votações superiores a 40 mil e 50 mil votos, sua eleição é considerada uma missão difícil, sobretudo com Neri Geller sendo apontado como favorito dentro da legenda.

União Progressista: cenário desfavorável para nomes locais

Dr. Altemar Lopes (UP)

Pelo União Progressista (UP), aparecem como pré-candidatos:

  • Dr. Altemar Lopes (vice-prefeito de Rondonópolis)
  • Paulo José Correia (ex-diretor do Sanear e ex-candidato a prefeito)

Paulo José Correia (UP)

Ambos enfrentam concorrência de nomes considerados favoritos, como:

  • Virgínia Mendes
  • Fábio Garcia
  • Gisela Simona

Nos bastidores, a expectativa é que Virgínia Mendes ultrapasse a marca de 100 mil votos, e Fabio Garcia possa também se aproximar deste número, já que na última eleição ultrapassou os 90 mil votos, essa projeção, praticamente inviabiliza as chances dos candidatos rondonopolitanos dentro da legenda.

Marildes Ferreira e a disputa no PSD

Marildes Ferreira (PSD)

A suplente de deputada estadual Marildes Ferreira, recém-filiada ao PSD, também enfrentará concorrentes de peso, como:

  • Emanuelzinho (deputado federal eleito com 74.720 votos)
  • Irajá Lacerda (54.607 votos)
  • Valtenir Pereira
  • Procurador Mauro

Apesar de ter histórico político relevante — incluindo 25.730 votos em eleição anterior para deputada federal, sendo inclusive a mais votada dentro de Rondonópolis, a avaliação interna é de que a disputa será extremamente acirrada e com chances remotas para Marildes.

Outros nomes e cenários desafiadores

Também integram a lista de pré-candidatos:

Vinícius Santana (NOVO)

Vinícius Santa (NOVO)

Corretor de imóveis e alinhado ao bolsonarismo, Vinícius obteve 1.336 votos, pelo PL, em eleição anterior para vereador. Tendo se filiado recentemente ao NOVO, A expectativa é que o partido não alcance quociente eleitoral suficiente para garantir cadeira na Câmara.

Marchiane Fritzen (MDB)

Marchiane Fritzen (MDB)

Empresária e suplente de deputada federal, Marchiane ainda não confirmou oficialmente sua candidatura. Caso entre na disputa, enfrentará cenário difícil, já que o MDB perdeu nomes expressivos e pode ter dificuldades para atingir o quociente eleitoral.

Na última janela, o partido perdeu os já deputados federais Emanuelzinho e Juarez Costa, além de Valtenir Pereira, não conseguindo repor com outros nomes de peso que pudesse ser o puxador de votos. Recentemente, o partido filiou a empresária e ex-prefeita de Sinop, Rosana Martineli, ela que também é segundo suplente do senador Welington Fagundes e chegou a assumir a vaga por 120 dias na ausência do senador, Rosana é uma das apostas do partido, embora o MDB corra o sério risco de não conseguir votos suficientes para brigar por uma das cadeiras.

Risco real de ausência de representação federal

Apesar do número significativo de pré-candidatos, a matemática eleitoral indica que Rondonópolis poderá enfrentar um cenário inédito: ficar sem representantes na Câmara Federal.

O principal fator é o aumento da competitividade interna nos partidos e federações, somado ao crescimento do quociente eleitoral, que exige votações cada vez maiores para garantir uma cadeira.

Caso essa projeção se confirme, a ausência de representantes diretos poderá impactar:

  • Defesa de recursos federais
  • Destinação de emendas parlamentares
  • Articulação política regional
  • Representatividade institucional da cidade

 

Um alerta político para a terceira maior economia do estado

O cenário atual serve como um alerta para lideranças políticas e para o eleitorado rondonopolitano. Mesmo sendo a terceira maior economia do estado e um dos principais polos do agronegócio brasileiro, Rondonópolis poderá enfrentar um esvaziamento político em Brasília caso não consiga eleger representantes federais.

O resultado das próximas eleições será decisivo não apenas para os candidatos, mas para o próprio peso político do município no cenário estadual e nacional.

DA REDAÇÃO

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ELEIÇÕES 2026

PT Mato Grosso estrutura construção do projeto para 2026 em seminário com pré-candidaturas

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Cuiabá (MT) O Partido dos Trabalhadores (PT) de Mato Grosso realizou, nest final de semana, em Cuiabá, um seminário com suas pré-candidatas e pré-candidatos, marcando uma nova etapa na organização do partido para as eleições de 2026.

 

O encontro reuniu lideranças de diversas regiões do estado e teve como foco a formação política, o alinhamento estratégico e a construção de um projeto eleitoral competitivo, conectado às demandas sociais e ao fortalecimento da democracia.

Durante o seminário, o PT apresentou 11 nomes para a disputa de deputado federal e 16 nomes para deputado estadual, que agora seguirão para o processo de debate e pactuação no âmbito da Federação Brasil da Esperança, em diálogo com o PV e o PCdoB, que deverão apresentar seus nomes nas próximas semanas.

Segundo a direção estadual, o cenário atual indica possibilidade real de ampliação da bancada na Assembleia Legislativa e de manutenção e fortalecimento da representação da esquerda na Câmara dos Deputados, ampliando a presença de Mato Grosso no campo progressista nacional.

Também foram debatidos os nomes que irão compor o palanque majoritário, dentro de um arranjo político que envolve candidaturas ao senado, e governo do estado PT e federação, PSD de Carlos Favaro, do PSB de Taques e do campo liderado por Natasha Slhessarenko ao governo, que agora seguirão para discussão no âmbito federativo.

O seminário destacou ainda o fortalecimento da presença do PT na região Sul do estado, com as pré-candidaturas de Girotto e Júnior Mendonça, além da ampliação da diversidade política com o restabelecimento da elegibilidade de Edna Sampaio.

Vereador Wendel Girotto (PT) Rondonópolis, Pré-candidato a deputado federal pelo partido dos trabalhadores.

A direção do partido informou que o processo de construção das chapas e das alianças seguirá por meio de um calendário permanente de reuniões quinzenais, garantindo diálogo, equilíbrio regional e fortalecimento das nominatas ao longo dos próximos meses.

Com isso, o PT Mato Grosso entra em 2026 em processo organizado de construção política, buscando ampliar sua representação institucional e fortalecer o campo democrático no estado.

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