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Quando o espaço se reorganiza, o poder muda de endereço

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A ascensão de Wendell Girotto ao cenário nacional fortalece candidaturas, concentra forças eleitorais e redefine os rumos políticos do Sudeste de Mato Grosso.

 

Na política, espaço é poder e, quando ele se reorganiza, muda também o destino de quem disputa voz, voto e futuro. A indicação do vereador Wendell Girotto (PT) para a coordenação da campanha presidencial, além da possibilidade de compor como vice-governador na chapa do PSD, liderada pela Dra. Natasha Slhessarenko, projeta seu nome para o cenário nacional e, ao mesmo tempo, redesenha o mapa das candidaturas da Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB).

Esse movimento produz um efeito direto e estratégico: fortalece a pré-candidatura de Neuma de Moraes à Câmara Federal. Isso porque Girotto também se colocava como postulante a uma vaga de deputado federal, disputando na mesma região e dentro do mesmo campo político um eleitorado já consolidado entre as forças progressistas. Com sua saída da disputa, Neuma passa a ocupar posição preferencial nessa corrida no Sudeste do Estado, ganhando densidade política e maior capacidade de unificação.

O raciocínio é simples: duas candidaturas do mesmo espectro, atuando na mesma região, dividiam forças onde seria preciso somar. Em vez de ampliar o alcance do projeto, esse desenho enfraquecia a meta maior: conquistar uma das oito cadeiras de Mato Grosso na Câmara dos Deputados. Aqui, a lógica é quase cirúrgica e conversa diretamente com a 23ª Lei do Poder, de Robert Greene: “Concentre suas forças”. Na prática, a política raramente recompensa a dispersão; ela premia quem entende o momento, lê o território e organiza energia onde ela pode render resultado real.

O mesmo cálculo vale para o outro campo. Com as pré-candidaturas de Dr. Altemar e Paulo José, ambos também de olho em uma vaga federal pela federação União/Progressistas, cresce a percepção de que uma dessas candidaturas pode não prosperar, sobretudo se não houver pacificação entre os grupos de Campos e Mauro Mendes em torno de uma composição voltada ao projeto de eleger Pivetta. Quando os blocos se ajustam, as candidaturas deixam de ser apenas nomes e passam a ser peças de um arranjo mais amplo, em que sobrevivem os projetos com maior viabilidade política.

Nesse contexto, Girotto não apenas se fortalece: ele se consolida. Ao ganhar visibilidade nacional, amplia a possibilidade de vir a ocupar espaço em um eventual novo governo do presidente Lula, caso a reeleição se confirme. Ao mesmo tempo, abre caminho para o primeiro suplente do PT em Rondonópolis e preserva capital político para um movimento ainda maior em 2028, quando poderá compor com o ex-prefeito Zé do Pátio numa disputa pela Prefeitura.

A indicação de Wendell Girotto transcende uma simples movimentação partidária. Trata-se de uma decisão estratégica que reorganiza candidaturas, concentra forças eleitorais, fortalece projetos políticos e amplia a presença do Sudeste mato-grossense no debate estadual e nacional.

Em política, oportunidades raramente surgem por acaso. Elas são construídas por meio de posicionamento, articulação e visão de longo prazo. E, ao que tudo indica, Girotto passa a ocupar uma posição cada vez mais relevante nesse novo tabuleiro que começa a ser desenhado para Mato Grosso.

Por: Ilson Galdino

DA REDAÇÃO

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Quando Rever uma Escolha Também É um Ato de Cidadania

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Na política, como na vida, cada decisão produz consequências que só o tempo é capaz de revelar e que a democracia permite reavaliar.

 

O Estado de Mato Grosso é hoje administrado, majoritariamente, por partidos identificados com o campo da direita. Entre os 142 municípios mato-grossenses, União Brasil (60) e PL (21) concentram 81 prefeituras, consolidando a predominância desse campo político no Estado. Os demais municípios estão distribuídos entre MDB, PSB, Republicanos, PP, PRD, PSDB, PSD, Novo e Podemos.

Diante desse cenário político, uma reflexão se impõe: o que poderia ter acontecido em Cuiabá e nas demais cidades durante a atual gestão municipal se a decisão do eleitorado tivesse sido diferente?

O arrependimento costuma ser tratado como sinônimo de fraqueza ou derrota. No entanto, sua verdadeira natureza pode ser exatamente o oposto. Arrepender-se é reconhecer que uma escolha produziu resultados diferentes daqueles que se esperava. É compreender que nenhuma decisão está acima da revisão crítica e que a liberdade democrática também se manifesta na capacidade de mudar de opinião.

Somente quem entende o peso das próprias escolhas é capaz de avaliar suas consequências. E é justamente essa consciência que fortalece a cidadania.

Nos últimos anos, partidos e lideranças alinhados à direita consolidaram seu espaço político com discursos fundamentados em valores como combate ao sistema tradicional, moralidade pública, eficiência administrativa, enfrentamento da corrupção e defesa dos princípios de Deus, Pátria e Família. Essa narrativa ganhou força com a ascensão do bolsonarismo e da extrema direita no cenário nacional, conquistando milhões de eleitores que buscavam uma alternativa ao modelo político tradicional. Também ganharam destaque pautas relacionadas à ampliação do acesso às armas por cidadãos. Paralelamente, Mato Grosso passou a figurar entre os estados com os mais preocupantes indicadores de violência contra a mulher, liderando estatísticas de feminicídio e registrando desafios persistentes relacionados à violência de gênero. Soma-se a isso um ambiente de crescente polarização política, marcado pelo aumento da intolerância no debate público e pela dificuldade de convivência entre grupos com visões ideológicas distintas. Esse contexto reforça a necessidade permanente de reflexão sobre segurança pública, cultura democrática, respeito às diferenças e responsabilidade coletiva.

Entretanto, a realidade administrativa exige mais do que discursos. Ela exige resultados, transparência e fiscalização permanente.

Recentemente, o Tribunal de Contas do Estado ampliou auditorias e apurações relacionadas à aquisição de materiais didáticos, inicialmente em Cuiabá, estendendo posteriormente as investigações para outros municípios mato-grossenses e também para órgãos estaduais. As investigações ainda estão em andamento e seus desdobramentos cabem às autoridades competentes. Independentemente do resultado, os fatos reforçam uma lição fundamental da administração pública: nenhum governo, seja qual for sua orientação ideológica, pode estar acima do controle institucional e do acompanhamento da sociedade.

Nesse contexto, caso parte, do eleitorado mato-grossense venha a reconsiderar a escolha feita em 2024, isso não deve ser encarado como demérito. Rever uma decisão é um dos exercícios mais legítimos da democracia. Afinal, não existe evolução sem reflexão, nem amadurecimento político sem autocrítica.

O passado não pode ser alterado. Mas o futuro continua aberto.

As eleições de 2026 poderão representar mais do que uma simples disputa eleitoral. Serão uma oportunidade para que os cidadãos expressem, nas urnas, sua avaliação sobre os rumos da política municipal e estadual. Dependendo dos resultados, muitos interpretarão esse movimento como um indicativo das tendências que poderão influenciar os debates e as disputas futuras, inclusive as eleições municipais de 2028.

Como ensina Robert Greene em sua 29ª Lei do Poder, “Planeje até o fim”. A essência dessa reflexão está em compreender que toda escolha produz efeitos que se estendem muito além do instante em que é realizada. Na política, assim como na vida, decisões tomadas hoje frequentemente revelam suas consequências apenas com o passar do tempo.

Por isso, mais importante do que defender posições ou alimentar arrependimentos é observar os resultados concretos. Governos devem ser avaliados não apenas por seus discursos, promessas ou alinhamentos ideológicos, mas pela capacidade de entregar transparência, eficiência e benefícios reais à população. Esse é o princípio que fortalece qualquer democracia madura.

As eleições de 2026 representarão mais uma oportunidade para que cada cidadão faça sua própria avaliação dos rumos do Estado e dos municípios. Concordando ou discordando dos atuais governantes, o mais importante é que o voto continue sendo um instrumento de análise consciente, responsabilidade e participação.

A democracia não exige perfeição dos cidadãos. Exige apenas lucidez para reconhecer os resultados das próprias escolhas e coragem para corrigir a rota quando necessário. A democracia se parece com uma longa travessia por um rio. A cada eleição, a sociedade escolhe a direção dos remos. Algumas correntes aceleram o percurso; outras exigem ajustes na navegação. O que realmente define o destino não é a escolha feita em uma única margem, mas a capacidade de reconhecer o curso das águas, ajustar a navegação quando necessário e seguir adiante com os olhos voltados para o horizonte. Pois, no fim, não é a corrente que determina onde chegaremos, mas a sabedoria com que conduzimos a embarcação.

Ilson Galdino – Advogado e servidor público

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Federação União Progressista à Beira de uma Ruptura?

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O risco que pode redesenhar o tabuleiro político de 2026

Quando a disputa interna ameaça destruir mais do que adversários.

A crescente tensão entre o governador Mauro Mendes e a família Campos pode produzir um efeito político muito mais devastador do que aquele observado durante a crise do PRD. Naquela ocasião, os pré-candidatos encontraram alternativas em outras legendas. Agora, o cenário é diferente.

Na Federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas, uma eventual implosão teria consequências diretas sobre a viabilidade eleitoral de seus principais nomes. Sem a presença e o apoio político de Jayme e Júlio Campos, torna-se significativamente mais difícil consolidar a candidatura de Mauro Mendes ao Senado Federal e, sobretudo, viabilizar a candidatura da ex-primeira-dama Virgínia Mendes à Câmara dos Deputados.

O impasse tende a permanecer sem solução até a convenção partidária, prevista para ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto. É justamente nesse momento que reside o maior risco para o grupo.

Segundo os irmãos Campos, eles detêm a maioria dos delegados responsáveis pela escolha dos candidatos da Federação. Antes mesmo de qualquer decisão da Executiva Nacional sobre a existência ou não de candidatura própria ao Governo do Estado, hipótese em que Jayme Campos seria o nome natural, caberá aos delegados definir quem disputará os cargos proporcionais e majoritários.

E é aí que, nas palavras de Júlio Campos, “mora o perigo”.

Caso os delegados optem por não homologar Mauro Mendes para o Senado e Virgínia Mendes para a Câmara Federal, ambos poderão ficar fora da disputa eleitoral de 2026. Seria uma reviravolta de grandes proporções no cenário político mato-grossense.

Essa possibilidade dialoga diretamente com a Lei nº 33 de Robert Greene: “Descubra o ponto fraco de cada pessoa”. Em política, muitas vezes, o poder não está apenas na força dos cargos, mas na capacidade de influenciar os mecanismos decisórios internos. E, neste caso, os delegados podem se transformar no fator determinante de toda a equação.

Por outro lado, Fábio Garcia, pré-candidato à reeleição para a Câmara Federal, sustenta que os Campos estariam apenas blefando. Segundo ele, ao final, prevalecerá a orientação política de Mauro Mendes e o projeto de continuidade administrativa representado pela candidatura de Otaviano Pivetta ao Governo do Estado.

Mas a política raramente se resume ao que parece na superfície.

Se os Campos forem derrotados na convenção e decidirem abandonar o projeto político da Federação para 2026, um novo cenário poderá emergir. Nesse contexto, poderiam migrar para uma aliança com o senador Wellington Fagundes, condicionando o apoio à participação de Lucimar Campos em uma futura gestão estadual, possivelmente à frente da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania.

Ao mesmo tempo, Jayme Campos consolidaria o caminho para uma candidatura à Prefeitura de Várzea Grande em 2028. Com o respaldo de um eventual governo Wellington Fagundes, teria condições de liderar um projeto administrativo voltado à transformação estrutural do município.

Existe, contudo, uma alternativa capaz de preservar a unidade da Federação União Progressista.

Ela passa pelo reconhecimento da pré-candidatura de Jayme Campos ao Governo do Estado, pacificando o conflito interno e abrindo espaço para uma composição com o Podemos. Nesse arranjo, poderia ser construída uma chapa competitiva, preservando o equilíbrio entre as principais lideranças do grupo e reduzindo as resistências internas ao projeto eleitoral.

Dentro dessa configuração, a Federação teria melhores condições de eleger Mauro Mendes ao Senado Federal, além de conquistar duas cadeiras na Câmara dos Deputados e três vagas na Assembleia Legislativa.

A disputa atual já ultrapassou a simples divergência estratégica. Ela se transformou em um teste de sobrevivência política para a própria Federação.

Se prevalecer o diálogo, o grupo poderá sair fortalecido e competitivo para 2026. Porém, se o conflito evoluir para uma ruptura definitiva, o resultado poderá ser a fragmentação de forças, a perda de protagonismo eleitoral e o enfraquecimento de um projeto político construído ao longo de anos.

Em política, muitas vezes, não são os adversários externos que provocam as maiores derrotas, mas os conflitos internos que deixam de ser resolvidos no tempo certo. E, neste caso, o relógio já começou a correr.

Por: Ilso Galdino – Advogado e servidor público

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O hambúrguer preferido dos brasileiros é JBS

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Com 45,6% de market share, companhia amplia presença em segmentos premium, fortalece consumo dentro de casa e investe em soluções para o varejo

 

A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, consolidou a liderança no mercado brasileiro de hambúrgueres, com 45,6% de market share, somando as marcas Seara e Friboi, segundo dados da Nielsen Retail Index. O desempenho acompanha a expansão de uma categoria que vem ganhando relevância no consumo dos brasileiros, impulsionada pela combinação entre conveniência, premiumização e diversificação das formas de preparo dentro de casa.

De acordo com a Nielsen, o hambúrguer já está presente em mais de 70% dos lares brasileiros, em um mercado que cresce, em média, 5% ao ano em volume e 7% em valor. Dados da Kantar mostram que o consumo médio chega a 174 mil unidades por semana no país, cerca de 25 mil por dia.

A estratégia da JBS para ampliar participação na categoria passa pela diversificação do portfólio, desenvolvimento de produtos voltados a diferentes perfis de consumo e fortalecimento da execução no varejo. O movimento inclui desde linhas premium até produtos voltados à praticidade e ao preparo em ocasiões específicas, como churrascos e encontros sociais.

Na Seara, os investimentos têm se concentrado na ampliação do portfólio e no avanço em segmentos de maior valor agregado. Entre os destaques está a linha Blend Burger Seara Gourmet, composta por produtos que combinam carne Angus com cortes selecionados e ingredientes especiais em quatro versões: Angus com Fraldinha, Angus com Costela, Angus com Bacon e Angus com Trufas — o primeiro hambúrguer trufado do Brasil.

A marca também lançou o primeiro hambúrguer para Air Fryer do país e, mais recentemente, passou a atuar em uma nova frente de consumo com o Mini-hambúrguer para grelha, desenvolvido para preparo em churrasqueiras. O produto mira o crescimento do consumo compartilhado e a ampliação da presença do hambúrguer em ocasiões tradicionalmente associadas a outras proteínas.

“A Seara investe em inovação e qualidade com uma estratégia de diferenciação para oferecer um portfólio completo de hambúrgueres para atender diferentes necessidades de consumo. São produtos que vão do dia a dia até ocasiões especiais. Nosso objetivo é entregar experiência e sabor para um consumidor que busca cada vez mais novidades”, afirma Rafael Palmer, diretor de marketing da Seara.

Na Friboi, a expansão da categoria veio acompanhada da aposta em um segmento pouco explorado até então: hambúrgueres bovinos voltados ao churrasco. Em 2023, a marca lançou os hambúrgueres Maturatta, de carne 100% bovina. A linha é composta por hambúrgueres de 180g, feitos dos cortes de churrasco preferidos dos brasileiros: picanha, costela e fraldinha. O movimento marcou a entrada da companhia em um segmento inspirado em mercados mais maduros, como o americano, em que o hambúrguer preparado na churrasqueira já faz parte da rotina de consumo. Desde que a Friboi passou a apostar nessa segmentação de maior valor agregado, o mercado de hambúrgueres bovinos no Brasil cresceu de forma acelerada: mais de 27% de incremento em volume só em 2025. As marcas Maturatta e Friboi lideram o segmento.

“Percebemos que a categoria de hambúrgueres no país ainda tinha muita oportunidade para inovar, se qualificar e trazer opções com maior apelo às nossas tradições e costumes. Ano após ano, o brasileiro faz mais churrascos: só em 2025, a quantidade de ocasiões cresceu em 15%. Ao oferecermos opções de hambúrgueres desenvolvidos especialmente para churrasco, não só criamos uma conexão maior com o consumidor, como impulsionamos essa nova forma e momento de consumir a categoria”, afirma Daniela Perez, gerente de Marketing da Friboi.

Soluções no varejo impulsionam crescimento da categoria
Além do avanço em produtos, a JBS também vem ampliando investimentos em execução no ponto de venda, estratégia considerada central para acelerar o desenvolvimento da categoria no varejo alimentar.

Friboi e Seara vêm implementando ativações voltadas à organização do sortimento, ganho de visibilidade e estímulo à compra por impulso. As iniciativas incluem mobiliários temáticos desenvolvidos para aumentar produtividade por metro quadrado e facilitar a jornada de compra do consumidor.

A Friboi criou o “Espaço Burger”, dedicado à exposição dos hambúrgueres Maturatta, Friboi dos produtos 1953, feitos com carnes nobres. Já a Seara desenvolveu um mobiliário de cross-selling voltado à linha de churrasco, reunindo produtos para preparo na grelha, incluindo os mini-hambúrgueres bovinos.

Sobre a JBS
A JBS é uma empresa global líder em alimentos, com um portfólio diversificado de produtos de alta qualidade, incluindo frango, suínos, bovinos, cordeiros, peixes e proteínas vegetais. A companhia emprega mais de 282 mil pessoas e opera em mais de 20 países, como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação, como Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre outras, que chegam diariamente à mesa de consumidores em 180 países. A empresa também investe em negócios correlatos, como couro, biodiesel, colágeno, fertilizantes, envoltórios naturais, soluções para gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transporte, com foco na economia circular. Saiba mais em jbsglobal.com

 

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