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Sandra Raquel Mendes

A Força Feminina na Política de Mato Grosso: Duas Lideranças em Ascensão

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A participação feminina na política de Mato Grosso (MT) tem ganhado visibilidade e força, com a ascensão de líderes que desafiam o cenário predominantemente masculino e se consolidam como figuras chave para as próximas disputas eleitorais. A presença de mulheres em posições de destaque não só reforça a luta por mais representatividade, mas também traz novas perspectivas e pautas para o debate público.
Eu, como alguém que já experimentou a arena eleitoral, sei o quanto é difícil. A participação da mulher enfrenta grandes desafios, que vão desde a falta de recursos e estrutura de campanha até o machismo velado ou explícito no meio. É por isso que o surgimento de nomes fortes como os que apresento a seguir é tão vital e inspirador.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Janaína Riva: Consagração na Assembleia e Olhar no Senado

A deputada estadual Janaína Riva, filiada ao MDB, é um exemplo da consolidação feminina na política mato-grossense.
* Perfil e Formação: Nascida em Juara em 1989, Janaína Greyce Riva Fagundes é empresária e tem a política em seu histórico familiar. Em agosto de 2025, ela fez história ao se tornar a primeira mulher a assumir a presidência do MDB em Mato Grosso.
* Histórico de Vida Pública:
* Sua trajetória é marcada por três mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa de MT (eleita em 2014, 2018 e 2022), sendo a parlamentar mais votada nas últimas duas eleições, um feito inédito para uma mulher no estado.
* Sua atuação é focada em políticas municipalistas, defesa da saúde, educação, e dos direitos das mulheres e minorias, sendo autora de dezenas de leis estaduais em vigor.
* Cenário Eleitoral: Janaína Riva é um nome forte, cotado para disputar uma vaga no Senado Federal, demonstrando a ambição de levar sua liderança da esfera estadual para a nacional.

Natasha Slhessarenko: Da Medicina à Disputa pelo Executivo

Outra figura feminina que se projeta no cenário político é a médica e professora Natasha Slhessarenko, que deve disputar o Governo de Mato Grosso pelo PSD.
* Perfil e Formação: Natasha Slhessarenko Fraife Barreto é médica Patologista Clínica e Pediatra, com uma sólida formação acadêmica. É graduada pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), possui Mestrado e Doutorado pela USP, e é Professora Doutora da UFMT desde 2002. Para aprimorar sua atuação política, realizou um MBA em Governabilidade, Gestão e Políticas Públicas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
* Histórico de Vida Pública:
* Sua experiência inclui a representação da classe médica como Conselheira Federal Titular por Mato Grosso no Conselho Federal de Medicina (CFM).
* Embora não tenha exercido um cargo eletivo, a médica tem se colocado ativamente no debate público, destacando-se como uma voz que busca oxigenar o quadro político do estado. Ela se consolida agora como pré-candidata ao Executivo estadual.
* Cenário Eleitoral: Com o apoio do PSD, Natasha se posiciona para a disputa majoritária, representando uma candidatura de perfil técnico e com foco em políticas sociais, de saúde e desenvolvimento.
A emergência de nomes como Janaína Riva e Natasha Slhessarenko no cenário de Mato Grosso é um sinal claro da transformação na política do estado. Suas trajetórias, seja na experiência legislativa ou na sólida formação técnica, indicam um futuro onde a liderança feminina será cada vez mais decisiva e qualificada.
O eleitor mato-grossense ganha com a presença dessas lideranças, que trazem novas propostas e a força de quem soube superar os desafios para ocupar o seu merecido espaço.

Por Sandra Raquel Mendes, Colunista.

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Sandra Raquel

Rondonópolis respira esporte e inovação com o 1º Torneio Nacional de Beach Tênis

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Mato Grosso não tem praia, mas tem muito Beach Tennis!

 

Desde o dia 02 de outubro, Rondonópolis está vivendo um momento histórico no CAIS com a abertura do 1º Torneio Nacional de Beach Tênis, evento que segue até o dia 05 de outubro e já está movimentando a cidade, atraindo visitantes e gerando impacto positivo em diversos setores.

Fruto de uma mobilização da Câmara de Vereadores, representada pelo vereador Ibrahim Zaher, do secretário adjunto de Esporte e Cultura Marcos Paulo e de lideranças esportivas locais, nasceu a AgroCup, que passa a integrar o calendário internacional do Beach Tennis como um evento anual para celebrar o esporte amador, profissional e também o agronegócio de Mato Grosso.

Um sonho que virou realidade

O torneio representa inovação no calendário esportivo local, trazendo o frescor de uma modalidade que conquista cada vez mais brasileiros. Além de diversão, lazer e saúde, o Beach Tênis prova que o esporte também é desenvolvimento social e oportunidade de negócios.

Destaque especial ao empresário Adalberto Bião, pioneiro na modalidade em Rondonópolis — primeiro professor, criador do departamento estadual, do circuito estadual e da primeira seleção do Estado. Sua visão inovadora foi fundamental para tornar possível um evento desta magnitude.

Muito além das quadras

A programação vai muito além das disputas que somam R$ 50 mil em premiação. Grandes equipes e atletas de Rondonópolis, de outras cidades de Mato Grosso, de vários estados do Brasil e até do exterior já confirmaram presença, prometendo partidas emocionantes e de alto nível.

O público também encontra uma estrutura completa com arena, praça de alimentação, expositores, atrações culturais e shows no palco da FM 105,7, sob a direção de Roberto Torres e Gracyelize Torres, que reforçam o compromisso da emissora em apoiar e valorizar eventos que fortalecem a cidade.

E o melhor: a entrada é gratuita, garantindo que toda a população possa acompanhar de perto e viver intensamente essa festa esportiva.

Rondonópolis em destaque

Com esse torneio, Rondonópolis não apenas incentiva o esporte, mas também se consolida como cidade empreendedora, capaz de unir lazer, saúde, cultura e desenvolvimento econômico em um mesmo evento.

Convite especial

A FM 105,7 convida você e sua família: venha vibrar, torcer, se emocionar e participar dessa celebração que já entrou para a história. Até o dia 05 de outubro, no CAIS, viva o 1º Torneio Nacional de Beach Tênis — esporte, união e orgulho de ser rondonopolitano.

📍 Não fique de fora, prestigie e faça parte desse marco!

Colunista
Sandra Raquel

 

 

Fruto de uma mobilização da Câmara de Vereadores, representada pelo vereador Ibrahim Zaher, do secretário adjunto de Esporte e Cultura Marcos Paulo e de lideranças esportivas locais, nasceu a AgroCup, que passa a integrar o calendário internacional do Beach Tennis como um evento anual para celebrar o esporte amador, profissional e também o agronegócio de Mato Grosso.

Um sonho que virou realidade

O torneio representa inovação no calendário esportivo local, trazendo o frescor de uma modalidade que conquista cada vez mais brasileiros. Além de diversão, lazer e saúde, o Beach Tênis prova que o esporte também é desenvolvimento social e oportunidade de negócios.

Destaque especial ao empresário Adalberto Bião, pioneiro na modalidade em Rondonópolis — primeiro professor, criador do departamento estadual, do circuito estadual e da primeira seleção do Estado. Sua visão inovadora foi fundamental para tornar possível um evento desta magnitude.

Muito além das quadras

A programação vai muito além das disputas que somam R$ 50 mil em premiação. Grandes equipes e atletas de Rondonópolis, de outras cidades de Mato Grosso, de vários estados do Brasil e até do exterior já confirmaram presença, prometendo partidas emocionantes e de alto nível.

O público também encontra uma estrutura completa com arena, praça de alimentação, expositores, atrações culturais e shows no palco da FM 105,7, sob a direção de Roberto Torres e Gracyelize Torres, que reforçam o compromisso da emissora em apoiar e valorizar eventos que fortalecem a cidade.

E o melhor: a entrada é gratuita, garantindo que toda a população possa acompanhar de perto e viver intensamente essa festa esportiva.

Rondonópolis em destaque

Com esse torneio, Rondonópolis não apenas incentiva o esporte, mas também se consolida como cidade empreendedora, capaz de unir lazer, saúde, cultura e desenvolvimento econômico em um mesmo evento.

 

Colunista
Sandra Raquel

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Sandra Raquel Mendes

Mulher contra Mulher: a Rivalidade que Destrói Nossa Força

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em

Por Sandra Raquel

Muito se fala sobre violência masculina contra a mulher, sobre o machismo estrutural e os obstáculos que enfrentamos diariamente. Mas existe uma ferida profunda que pouco é mencionada: a guerra travada entre nós mesmas.

Sim, você leu certo. Mulheres contra mulheres. Uma rivalidade velada, às vezes escancarada, que mina a empatia, esfria a sororidade e abre espaço para mais violência.

Basta observar: quando uma mulher se destaca na política, no mercado de trabalho ou mesmo no ambiente social, quantas vezes ela encontra apoio genuíno de suas iguais? E quantas vezes é recebida com críticas, boicotes e fofocas? Essa disputa por espaço, em vez de nos fortalecer, nos enfraquece.

Não é por acaso que, apesar de sermos a maioria da população e do eleitorado, ainda somos minoria na política. E quando algumas conseguem chegar lá, ao invés de se unirem em pautas comuns, muitas vezes vemos a continuidade da rivalidade. O resultado? Falta de representatividade real, decisões que não nos contemplam e, pior, a perpetuação de um cenário em que a violência contra a mulher só cresce.

A ausência de empatia entre nós contribui para o avanço das desigualdades. Cada vez que uma mulher derruba outra, todas caem juntas. E o preço é alto: menos voz, menos espaço, menos segurança.

Está na hora de encarar essa verdade incômoda. Precisamos nos perguntar: até quando vamos nos rivalizar, enquanto os espaços de poder continuam sendo dominados por outros?

O alerta é claro: a luta não é contra nós mesmas. A luta é contra a violência, a exclusão e a falta de representatividade. Só haverá mudança quando aprendermos a nos apoiar de verdade, a vibrar com a vitória da outra como se fosse a nossa.

Porque, no final, ou vencemos juntas, ou continuaremos sendo vencidas separadas.

 Sandra Raquel
Colunista Social – Radialista FM 105,7

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Sandra Raquel Mendes

Liberdade Feminina, Rótulos, Julgamentos e Coragem

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Por Sandra Raquel Mendes.

A sociedade adora impor regras invisíveis sobre como a mulher deve viver, desde cedo, somos ensinadas que precisamos nos encaixar em papéis pré-determinados: ser filhas exemplares, boas esposas, mães dedicadas e, de preferência, manter tudo isso com um sorriso no rosto, mas, será que nossa identidade está restrita apenas a esses rótulos? quantas vezes já ouvimos frases como:

–– “Está solteira? Vai ficar para a titia.”

– “Mulher independente assusta os homens.”

– “Depois de certa idade, já passou da hora de casar-se.”

– “Se separou de novo? O problema deve ser dela. “Essas cobranças revelam um olhar ultrapassado que insiste em reduzir a mulher ao que ela representa para os outros, e não ao que ela escolhe ser para si mesma. Mulheres independentes: por que incomodam? quando uma mulher escolhe a própria liberdade, investe na carreira, viaja sozinha ou decide que casamento e filhos não são prioridades, automaticamente passa a ser alvo de julgamentos. É chamada de egoísta, fria ou até “difícil de lidar”.

O curioso é que o mesmo não acontece com homens, eles são vistos como livres, aventureiros e até admirados pela autonomia, ou seja, o que é valorizado no homem, na mulher vira defeito. O corpo feminino e a cultura da culpa, outro peso recai sobre as mulheres: a forma como se vestem e expressam sua própria feminilidade.

Se escolhem usar um decote, uma saia curta ou simplesmente valorizar suas curvas, já são acusadas de “provocar” ou “pedir atenção”. E pior, quando vítimas de assédio ou violência, ainda ouvem a frase cruel e injusta:

– “Mas também, olha a roupa que estava usando,” a roupa da mulher não é convite, não é autorização, não é justificativa para nenhum tipo de abuso.

A cultura de culpar a vítima é uma das raízes mais perversas da violência contra a mulher – porque, em vez de responsabilizar o agressor, a sociedade insiste em apontar o dedo para quem sofreu, quando a mulher é pública, a cobrança é maior, Engana-se quem pensa que apenas as mulheres anônimas sofrem com isso, mulheres públicas, que se destacam em suas profissões, são ainda mais observadas e julgadas, e o mais curioso: muitas vezes, essa cobrança vem da própria sociedade, formada também por mulheres que, em vez de apoiar, preferem apontar o dedo, imagina só: uma Sandra Raquel, Colunista social, ativista pelo fim da violência doméstica, palestrante motivacional, de repente decide sentar sozinha em um bar, pedir uma cerveja gelada e jogar uma partida de sinuca. Pronto! O mundo cai (risos). A cena vira escândalo, manchete ou fofoca, quando deveria ser apenas um retrato de liberdade e leveza. A hora da virada chegou, o momento de questionar, até quando vamos permitir que definam o valor da mulher pelo seu estado civil, pela idade, pela roupa que veste ou pela função que exerce dentro da família?

 

Ser esposa, mãe, solteira, separada, profissional, viajante ou tudo isso ao mesmo tempo é uma escolha individual – não um contrato social imposto. O verdadeiro impacto vem quando a mulher entende que não precisa pedir permissão para ser feliz.

Independência não é arrogância, maturidade não é defeito, e corpo não é convite, a sociedade pode até tentar impor seus julgamentos, mas cabe a cada uma de nós levantar a voz e dizer: “Não sou o que esperam de mim, sou o que eu escolho ser.” Sandra Raquel, Colunista.

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