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Cuiabá recebe o Encontro Elas no Campo 2026, o maior encontro de mulheres do agronegócio do Centro-Oeste

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Com dois dias de programação e palestras simultâneas, o encontro vai reunir 30 palestrantes e painelistas; veja alguns destaques já confirmados para esta edição

Está confirmada para os dias 17 e 18 de junho, em Cuiabá, a edição de 2026 do Encontro Elas no Campo, um dos principais eventos voltados aos temas de liderança feminina no agronegócio do Centro-Oeste. Realizado no Cenarium Rural, o encontro reunirá 30 palestrantes e painelistas em uma programação intensa, com duas palestras simultâneas ao longo do evento, além de espaços dedicados ao networking entre as mulheres que atuam no setor e especialistas.

Com uma estrutura planejada para promover conhecimento, relacionamento e negócios, o evento contará com uma área de estandes, onde empresas parceiras poderão expor seus produtos e serviços, ambientes e momentos voltados à integração entre as participantes.

PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA COM ESTRATÉGIA – Nesta nova edição do Encontro Elas no Campo, a programação ganha ainda mais relevância ao ser construída a partir das sugestões apresentadas pelas próprias participantes da edição anterior, realizada em 2025. Com base nessas contribuições, a organização estruturou os debates de 2026 em torno de temas estratégicos: gestão estratégica, governança, liderança feminina, inovação e tecnologia, economia e cenário global, ESG, além de saúde emocional e alta performance.

A escolha dos assuntos que compõem a programação também conta com a contribuição institucional da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), patrocinadora do evento. Integrantes da comissão Famato Mulher participam do comitê de conteúdo, que é responsável por colaborar com a definição dos temas e debatedores que integram a programação.

Entre os nomes já confirmados para a edição de 2026 estão as produtoras rurais Teresa Vendramini, Mônica Marchett e Dulce Chioquetta. Também marcará presença no Encontro a empresária Sarita Rodas, produtora de laranja, cana-de-açúcar e pecuarista.

A programação contará ainda com o economista Marcos Troyjo, responsável pela palestra magna “Geopolítica: riscos e oportunidades para o agro brasileiro”, em que apresentará uma análise do cenário global e seus impactos nas cadeias produtivas do país. O especialista em liderança Ricardo Dalbosco também integra a agenda e abordará os desafios da liderança geracional, um tema cada vez mais presente nas empresas e nos processos de sucessão familiar no agronegócio.

Outro destaque do encontro será a participação da irreverente personagem Dra. Rosângela, terapeuta interpretada pelo ator Índio Behn, conhecida por utilizar o humor para provocar reflexões sobre comportamento, comunicação e relações humanas no ambiente profissional.

“O Encontro Elas no Campo foi criado com o propósito de ampliar o protagonismo das mulheres nos negócios e na gestão do agro. Entre os principais objetivos do evento estão o incentivo à atuação feminina em posições de liderança, o fortalecimento da governança nas empresas e a oportunidade de contato com conteúdos atualizados sobre economia, gestão e desenvolvimento pessoal no ambiente corporativo”, destaca a organizadora do evento e CEO do Grupo Valure, Lorena Lacerda.

Lorena explica ainda que o Encontro também busca estimular a troca de experiências entre profissionais do setor e criar um ambiente propício para networking estratégico entre produtoras rurais, executivas, sucessoras familiares, cooperadas e profissionais da indústria do agronegócio. “Além do conteúdo técnico e estratégico, o evento mantém uma tradição que se tornou marca do encontro, é o drink das amigas. Um momento musical e de descontração dedicado ao fortalecimento das conexões entre as participantes.”

Encontro Elas no Campo: evento consolidado no calendário com renda para causa social

Realizado desde 2018, o Elas no Campo vem ampliando sua relevância a cada edição. Em 2025, o encontro reuniu cerca de mil participantes, com presença de mulheres de mais de 40 cidades de Mato Grosso e 10 estados brasileiros, além de 22 painelistas. A edição de 2026 amplia ainda mais a programação, reunindo 30 especialistas para discutir os desafios contemporâneos do setor e o papel crescente das mulheres na gestão das empresas do agro.

Além do conteúdo voltado à formação e liderança, o evento mantém um compromisso social. Todo o lucro arrecadado com a realização do Encontro é destinado ao Instituto Viva o Despertar, uma organização que atua no apoio a mulheres em tratamento de câncer de mama atendidas pelo SUS. A entidade mantém uma casa de apoio, onde são oferecidas diversas terapias.

DA REDAÇÃO

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Agro News

Alta do petróleo e avanço dos biocombustíveis elevam preços internacionais dos alimentos

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A nova alta dos preços internacionais dos alimentos acendeu um alerta, e também abriu oportunidades, para o agronegócio brasileiro. Relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) mostra que os alimentos voltaram a subir em abril, puxados principalmente pelos óleos vegetais, em um movimento diretamente ligado à tensão no Oriente Médio, ao petróleo mais caro e ao avanço global dos biocombustíveis.

O Índice de Preços de Alimentos da FAO subiu 1,6% em abril e atingiu o maior nível desde fevereiro de 2023. Para o produtor brasileiro, porém, o dado mais importante está no comportamento do óleo de soja e das commodities ligadas à energia.

Com o aumento das tensões envolvendo o Irã e os riscos sobre o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz, o mercado internacional passou a precificar possível alta nos combustíveis fósseis. Na prática, petróleo mais caro torna o biodiesel mais competitivo e aumenta a demanda por matérias-primas agrícolas usadas na produção de energia renovável.

É justamente aí que o Brasil ganha relevância. Maior produtor e exportador mundial de soja, o país também ampliou nos últimos anos sua indústria de biodiesel. Com a mistura obrigatória de biodiesel no diesel em níveis mais elevados, cresce a demanda interna por óleo de soja, fortalecendo toda a cadeia produtiva.

O efeito tende a chegar dentro da porteira. Preços internacionais mais firmes para óleo vegetal ajudam a sustentar as cotações da soja, melhoram margens da indústria e podem aumentar a demanda pelo grão brasileiro nos próximos meses.

Além disso, o cenário fortalece a estratégia de agregação de valor do agro nacional. Em vez de depender apenas da exportação do grão bruto, o Brasil amplia espaço na produção de farelo, óleo e biocombustíveis, segmentos mais ligados à industrialização e geração de renda.

Os cereais também registraram leve alta internacional em abril. Segundo a FAO, preocupações climáticas e custos elevados de fertilizantes continuam influenciando o mercado global de trigo e milho.

Mesmo assim, os estoques mundiais seguem relativamente confortáveis, reduzindo o risco de uma disparada mais intensa nos preços dos grãos neste momento. Outro ponto que interessa diretamente ao produtor brasileiro está na carne bovina. O índice internacional das proteínas animais bateu recorde em abril, impulsionado principalmente pela menor oferta de bovinos prontos para abate no Brasil.

Isso ajuda a sustentar os preços internacionais da proteína brasileira e reforça a competitividade do país em um momento de demanda firme no mercado externo. Na direção oposta, o açúcar caiu quase 5% no mercado internacional diante da expectativa de aumento da oferta global, especialmente por causa da perspectiva de produção elevada no Brasil.

A FAO também revisou para cima sua projeção para a safra mundial de cereais em 2025, estimada agora em 3,04 bilhões de toneladas — novo recorde histórico. O cenário mostra que o mercado global de alimentos continua abastecido, mas cada vez mais conectado ao comportamento da energia, da geopolítica e dos biocombustíveis. Para o agro brasileiro, isso significa que petróleo, conflitos internacionais e política energética passaram a influenciar diretamente o preço da soja, do milho, da carne e até a rentabilidade dentro da fazenda.

Fonte: Pensar Agro

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Exportações de frango superam R$ 18,5 bilhões

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A avicultura brasileira manteve ritmo forte nas exportações no primeiro quadrimestre de 2026, impulsionada pela demanda internacional aquecida e pela ampliação das vendas para mercados de maior valor agregado. Dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que o setor embarcou 1,943 milhão de toneladas de carne de frango entre janeiro e abril, crescimento de 4,3% sobre o mesmo período do ano passado.

Com isso, a receita das exportações alcançou cerca de R$ 18,5 bilhões no acumulado do ano, avanço de 6,1% na comparação anual. Apenas em abril, os embarques renderam aproximadamente R$ 4,7 bilhões e atingiram o maior volume já registrado para o mês, com 486,5 mil toneladas exportadas.

O desempenho reforça um movimento importante para a cadeia de proteína animal: mesmo diante das oscilações geopolíticas e da desaceleração econômica em parte do mundo, o Brasil continua ampliando espaço em mercados estratégicos e consolidando sua posição como principal fornecedor global de carne de frango.

A Ásia segue como principal motor dessa demanda. A China permaneceu na liderança das compras em abril, enquanto Japão e Filipinas mantiveram ritmo elevado de importações. Ao mesmo tempo, mercados como União Europeia e México ampliaram aquisições, especialmente de produtos de maior valor agregado.

Na prática, esse cenário ajuda a sustentar o equilíbrio econômico da cadeia avícola brasileira em um momento de custos ainda elevados dentro da porteira. A maior oferta de milho e farelo de soja começou a aliviar parte da pressão sobre as granjas, mas as exportações continuam sendo decisivas para manter rentabilidade e fluxo de produção na indústria.

O resultado também mostra uma mudança gradual no perfil das exportações brasileiras. Mais do que aumentar volume, a indústria busca ampliar presença em mercados com maior exigência sanitária e melhor remuneração, reduzindo dependência de poucos compradores e fortalecendo a competitividade global do setor.

Fonte: Pensar Agro

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Exportações de carne suína crescem 8,3% em abril

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Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) aponta que o país embarcou 140 mil toneladas no mês de abril, entre produtos in natura e processados, crescimento de 8,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

A receita das exportações somou cerca de R$ 1,64 bilhão. O resultado representa alta de 8,8% frente a abril de 2025.  No acumulado do primeiro quadrimestre, os embarques brasileiros alcançaram 532,2 mil toneladas, avanço de 14,2% na comparação anual. Em faturamento, as exportações geraram  aproximadamente R$ 6,22 bilhões,  crescimento de 14,1% sobre os quatro primeiros meses do ano passado.

O desempenho reforça o bom momento internacional da proteína suína brasileira, especialmente em mercados asiáticos, que seguem ampliando compras diante da necessidade de abastecimento e da busca por fornecedores competitivos.

As Filipinas permaneceram como principal destino da carne suína brasileira em abril, com 35,9 mil toneladas embarcadas, volume 20,6% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O destaque do mês ficou com o Japão, que praticamente dobrou suas compras no período. As exportações para o mercado japonês alcançaram 16,6 mil toneladas, avanço de 131,9% na comparação anual.

A China, embora ainda entre os principais compradores, apresentou retração de 21,6%, com importações de 11,8 mil toneladas. O movimento reflete uma reorganização gradual do mercado chinês após os fortes volumes adquiridos nos últimos anos.

Também registraram crescimento Chile, Vietnã e Uruguai. Já Hong Kong, Singapura, Argentina e México reduziram o ritmo de compras no período. O setor segue beneficiado pela demanda firme no mercado internacional, além do crescimento asiático, o Brasil começa a ampliar presença em mercados mais exigentes e com maior valor agregado.

O avanço das exportações ocorre em um momento importante para a cadeia suinícola brasileira, que ainda enfrenta custos elevados de produção, especialmente ligados à alimentação animal. Nesse cenário, o fortalecimento das vendas externas ajuda a sustentar preços e melhora a capacidade de remuneração do setor.

A maior oferta interna de milho e farelo de soja também contribui para reduzir parte da pressão sobre os custos das granjas, favorecendo a competitividade brasileira no mercado global de proteínas animais.

Fonte: Pensar Agro

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