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Rondonópolis

Gabinete do Povo chega à Vila Olinda neste sábado (23), com serviços gratuitos à comunidade

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A comunidade da Vila Olinda e toda a região receberão neste sábado (23), a partir das 14h, a segunda edição do projeto Gabinete do Povo, iniciativa social e comunitária que busca aproximar os moradores dos serviços essenciais, do atendimento jurídico e do diálogo direto com representantes populares.

 

A ação será realizada na Rua Beija-Flor, abaixo da Escola Francisca, em frente ao antigo Mercado Preço Bom, e contará com uma ampla programação voltada ao acolhimento social, orientação jurídica, encaminhamento de demandas comunitárias e atividades recreativas para as crianças.

Idealizado pelo Centro de Direitos Humanos Dom Hélder Câmara em parceria com o Conselho de Comunidades da Região Oeste de Rondonópolis (COREO), o Gabinete do Povo chega à sua segunda edição fortalecendo o compromisso com a participação popular e a presença direta nas comunidades.

Durante toda a tarde, moradores poderão contar com atendimento jurídico gratuito realizado por uma equipe de advogados, com foco principalmente em orientações ligadas ao INSS, benefícios sociais, BPC/LOAS, aposentadorias, encaminhamentos e esclarecimento de dúvidas relacionadas a direitos da população.

Além disso, haverá também um balcão de empregos, que será disponibilizado por meio de parcerias com sindicatos e empresas de recursos humanos, oferecendo oportunidades e encaminhamentos para pessoas que buscam inserção ou recolocação no mercado de trabalho.

Os vereadores Wendel Girotto e Júnior Mendonça, ambos do Partido dos Trabalhadores, estarão presentes juntamente com suas equipes de assessoria, ouvindo os moradores e recebendo reivindicações da comunidade.

Vereadores Júniior Mendonça e Wendel Girotto (PT), estiveram presente no gabinete do povo no Mathias Neves

Segundo Wendel Girotto, o projeto representa uma forma de aproximar o mandato das necessidades reais da população.

“O Gabinete do Povo nasceu justamente para ouvir as pessoas dentro das comunidades, entender as dificuldades enfrentadas pelos moradores e transformar essas demandas em ações concretas junto ao poder público”, destacou o parlamentar.

Já o vereador Júnior Mendonça afirmou que a iniciativa fortalece o diálogo popular e amplia o acesso da população aos serviços básicos.

“Nosso objetivo é estar perto das famílias, ouvindo cada reclamação, cada sugestão e buscando soluções. A comunidade precisa ser protagonista das decisões que impactam seu bairro”, afirmou.

A presidente do Centro de Direitos Humanos Dom Hélder Câmara, a advogada Thaís Nunes, ressaltou a importância do atendimento jurídico humanizado nas comunidades.

Dra. Thaís Nunes – Pres. Centro dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara em Rondonópolis

“Muitas pessoas não conseguem acesso fácil à orientação jurídica e acabam deixando de buscar seus direitos. O Gabinete do Povo leva esse acolhimento diretamente até quem mais precisa”, pontuou.

O presidente do COREO, Cláudio Santos, destacou que o projeto pretende percorrer diversos bairros de Rondonópolis ao longo do ano.

Cláudio Santos – Presidente do Conselho de Comunidades da Região Oeste de Rondonópolis

“Essa é uma ação construída para fortalecer as comunidades e aproximar os serviços da população. Queremos que as pessoas sejam ouvidas, acolhidas e tenham acesso a oportunidades e cidadania”, declarou.

Além dos atendimentos e serviços, o evento também terá uma programação especial voltada às crianças, com pula-pula, pipoca, picolé e distribuição gratuita de cachorro-quente com guaraná para as famílias presentes.

A expectativa da organização é reunir moradores da Vila Olinda e bairros vizinhos em uma grande tarde de cidadania, integração comunitária e participação popular.

 

DA REDAÇÃO

 

 

 

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Economia

CDL Rondonópolis se destaca entre as 70 entidades estratégicas do Brasil

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A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) participou do Encontro de Entidades Estratégicas, realizado em São Paulo-SP, trazendo inovação para o comércio de Rondonópolis-MT. O evento, que reuniu representantes de entidades de todo o país, teve como tema “Onde tem risco, eu crio oportunidades” e promoveu debates sobre tendências, estratégias comerciais e soluções voltadas ao desenvolvimento das CDLs para 2026.

 

Representando a entidade, a gerente executiva Carla Adams destacou a importância da participação da CDL Rondonópolis entre as principais entidades do país.

“Dentro das 1.600 entidades do Brasil, a CDL Rondonópolis vem se destacando pelo trabalho realizado no comércio local e estamos entre as 70 entidades estratégicas. Estamos trazendo novidades para auxiliar o empresário na análise do cadastro, um cadastro mais seguro e dando todo o respaldo necessário. Além disso, nosso banco de dados é o mais eficaz na recuperação de crédito, isso significa mais dinheiro em caixa”, pontuou.

Durante a programação, os participantes acompanharam a apresentação de novos produtos, estratégias comerciais e cases de sucesso desenvolvidos por outras CDLs, com foco no fortalecimento da atuação junto aos associados, ampliação da base de dados e geração de novas oportunidades de faturamento.

O encontro também contou com dinâmicas práticas voltadas para abordagem comercial e apresentação de soluções aos clientes, simulando situações reais do cotidiano empresarial para o desenvolvimento estratégico das equipes.

Para a supervisora de relacionamento e negócios da CDL, Cíntia Pereira da Costa, a experiência proporcionou aprendizado e troca de conhecimentos importantes para a atuação da entidade.

“Participar desse encontro foi uma experiência de suma importância. Foram dias de muito aprendizado, troca de experiências e informações valiosas que, a partir de agora, pretendo colocar ainda mais em prática junto à minha equipe, buscando evoluir e melhorar nossos resultados a cada dia. Sem dúvida, foi um conteúdo que agregou muito ao nosso trabalho e à forma de levar soluções aos nossos associados”, relatou.

A participação da CDL Rondonópolis no encontro reforça o posicionamento estratégico da entidade na busca por inovação, desenvolvimento empresarial e fortalecimento do comércio regional.

 

DA REDAÇÃO

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CONTRA O TRABALHADOR

Revolta cresce em Rondonópolis contra deputados que apoiam adiamento do fim da escala 6×1

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A insatisfação da classe trabalhadora de Rondonópolis ganhou força nos últimos dias após a divulgação de que cinco deputados federais de Mato Grosso assinaram uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da jornada de trabalho apenas daqui a dez anos.

 

O debate, que já vinha mobilizando trabalhadores em todo o país, ganhou contornos ainda mais intensos na cidade porque dois dos parlamentares mais criticados possuem forte ligação política com Rondonópolis: José Medeiros e Rodrigo da Zaeli.

Além deles, também assinaram a proposta os deputados:

  • Nelson Barbudo
  • Juarez Costa
  • Coronel Fernanda

A proposta apresentada na Câmara Federal prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, mas somente dez anos após a promulgação da PEC. Para trabalhadores e movimentos populares, o texto representa um adiamento considerado injustificável diante da realidade enfrentada diariamente pela população brasileira.

Hoje, milhões de trabalhadores seguem submetidos à chamada escala 6×1, modelo em que o funcionário trabalha seis dias consecutivos para ter apenas um dia de descanso. A pauta do fim da escala ganhou enorme repercussão nacional por envolver temas como saúde mental, exaustão física, convivência familiar e qualidade de vida.

Em Rondonópolis, a reação foi imediata.

Nas redes sociais, moradores passaram a criticar duramente os deputados, acusando os parlamentares de defenderem interesses econômicos enquanto trabalhadores convivem com jornadas longas, baixos salários e desgaste constante.

A indignação aumentou principalmente porque muitos trabalhadores enxergam contradição entre a rotina dos parlamentares e a realidade da população. Enquanto parte significativa da classe trabalhadora enfrenta escalas pesadas no comércio, supermercados, frigoríficos, restaurantes, transporte e serviços gerais, deputados federais passaram a ser criticados por defenderem uma transição lenta e distante da urgência social apresentada pelos trabalhadores.

O texto da PEC ainda prevê exceções para setores considerados essenciais, permitindo que determinadas atividades continuem operando sob jornadas de até 44 horas semanais. Entre os segmentos citados estão saúde, segurança, transporte, logística, energia e abastecimento.

Na justificativa da proposta, os parlamentares afirmam que uma redução “abrupta” poderia comprometer serviços essenciais e gerar impactos econômicos.

Mas entre trabalhadores de Rondonópolis, o argumento não tem encontrado respaldo.

A avaliação predominante em sindicatos, movimentos sociais e grupos comunitários é de que o trabalhador brasileiro já opera há anos no limite físico e emocional, sem avanços significativos nas condições de descanso e qualidade de vida.

A frase que mais circula entre trabalhadores resume o clima de revolta:

“Para o trabalhador esperar mais dez anos, é fácil. Difícil é sobreviver mais dez anos na escala 6×1.”

A discussão também ampliou o alerta político dentro da cidade. Parte da população passou a defender que o eleitor acompanhe mais de perto o comportamento dos parlamentares em pautas relacionadas aos direitos trabalhistas, especialmente em votações que envolvem jornada de trabalho, salário, descanso semanal e proteção social.

Para muitos trabalhadores de Rondonópolis, o debate sobre a escala 6×1 já ultrapassou a esfera política e passou a representar uma luta direta por dignidade, saúde e respeito à classe trabalhadora brasileira.

DA REDAÇÃO

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MELOU

TCE-MT suspende leilão milionário da Prefeitura de Rondonópolis e aponta possíveis irregularidades em venda de áreas públicas

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Tribunal identifica falhas em credenciamento, divisão dos imóveis e condução do processo; leilão envolvia patrimônio público avaliado em mais de R$ 100 milhões

 

O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) determinou a suspensão imediata do Leilão Público nº 01/2026, promovido pela Prefeitura de Rondonópolis, após identificar fortes indícios de irregularidades no processo de alienação de imóveis públicos autorizados pela Lei Municipal nº 14.497/2025. A decisão foi assinada pelo conselheiro José Carlos Novelli e publicada na noite da última sexta-feira (15).

O caso envolve áreas públicas avaliadas em mais de R$ 100 milhões e atinge diretamente a gestão do prefeito Cláudio Ferreira de Souza. Além da suspensão do leilão, o TCE também interrompeu todos os atos administrativos relacionados às alienações até o julgamento definitivo da representação apresentada ao órgão.

A denúncia foi protocolada pela leiloeira Luzinete Mussa de Moraes Pereira, que apontou possíveis falhas graves no Credenciamento nº 02/2025 e na forma como a Prefeitura conduziu os procedimentos ligados à venda dos imóveis.

Mudança nas regras e novo sorteio levantaram suspeitas

Segundo os autos do processo, a Prefeitura teria alterado regras previstas no edital original após a realização do credenciamento dos leiloeiros. Inicialmente, quatro profissionais haviam sido sorteados para atuar nos certames. No entanto, posteriormente, a administração municipal realizou um novo sorteio, modificando completamente a lógica inicialmente estabelecida.

Para o conselheiro José Carlos Novelli, a medida pode ter violado diretamente o princípio da vinculação ao instrumento convocatório — regra que obriga a administração pública a cumprir rigorosamente as condições estabelecidas no edital.

Na prática, conforme destacou o relator, o primeiro sorteio acabou servindo apenas para excluir 13 dos 17 leiloeiros habilitados da disputa pelos lotes milionários. O Tribunal entendeu que a situação pode configurar afronta aos princípios da igualdade de oportunidades e do julgamento objetivo previstos na nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021).

TCE vê possível conflito de interesses

Outro ponto considerado extremamente sensível pelo Tribunal diz respeito à elaboração dos editais dos próprios leilões. Conforme consta na decisão, os editais teriam sido produzidos e assinados pelos próprios leiloeiros credenciados que posteriormente conduziriam os certames.

Para o TCE, essa prática pode representar violação ao princípio da segregação de funções, considerado fundamental para garantir imparcialidade e transparência em processos administrativos e licitatórios.

O relator destacou ainda que a situação cria um aparente conflito de interesses dentro do processo de venda dos imóveis públicos.

Falta de organização documental preocupa Tribunal

A decisão também cita manifestação da Procuradoria Geral do Município relatando que os processos administrativos chegaram ao setor jurídico “de forma desorganizada, com documentos esparsos, desacompanhados de numeração e desprovidos de sequência lógica”.

Segundo o entendimento do TCE-MT, a situação demonstra ausência de planejamento mínimo em uma negociação que envolve patrimônio público milionário e de elevado interesse coletivo.

O conselheiro ainda ressaltou que a Prefeitura não apresentou critérios técnicos claros para justificar a divisão dos 24 imóveis em quatro grandes lotes destinados aos leilões. A falta de estudos e justificativas objetivas foi considerada mais um forte indício de irregularidade.

Risco ao patrimônio público

Na decisão, o Tribunal afirmou existir “probabilidade do direito” diante das possíveis violações aos princípios da legalidade, transparência, motivação, razoabilidade e planejamento previstos na legislação vigente.

O TCE também destacou que apenas o primeiro lote previsto para alienação já ultrapassa o valor de R$ 100 milhões, o que elevou o grau de preocupação do órgão de controle quanto a eventuais prejuízos ao patrimônio público municipal.

Diante da gravidade dos apontamentos, o prefeito Cláudio Ferreira de Souza e a secretária municipal de Fazenda, Rane Curto Nascimento Ferreira, terão prazo de cinco dias para comprovar ao Tribunal as medidas adotadas para cumprimento da determinação.

Em caso de descumprimento da ordem, foi fixada multa diária de aproximadamente R$ 5.202.

DA REDAÇÃO

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