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Economia

INSS começa pagar primeira parcela do 13º salário dos aposentados a partir do dia 24 de abril

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O pagamento da primeira parcela do 13º começa no dia 24 de abril. O valor da gratificação natalina será liberado junto com o benefício mensal, no mesmo dia em que o segurado recebe o pagamento da Previdência Social

 

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) liberou a consulta da prévia do 13º salário dos aposentados e pensionistas nesta quarta-feira (15). Os beneficiários podem conferir os valores por meio do site e do aplicativo Meu INSS, no extrato de pagamento.

 

O pagamento da primeira parcela do 13º começa no dia 24 de abril. O valor da gratificação natalina será liberado junto com o benefício mensal, no mesmo dia em que o segurado recebe o pagamento da Previdência Social.

Em maio, será liberada a segunda parcela, em uma antecipação de valores no primeiro semestre deste ano, como vem ocorrendo desde 2020, na pandemia de Covid-19. A liberação vai beneficiar 35,2 milhões de segurados, como noticiou a Folha em fevereiro, e deve injetar R$ 78,268 bilhões na economia.

O pagamento do 13º é feito conforme o final do número de benefício, sem considerar o dígito verificador. Recebe primeiro o aposentado ou pensionista que tiver direito a um salário mínimo, hoje em R$ 1.518. Depois, é feito o pagamento a quem ganha acima do mínimo até o teto da Previdência, de R$ 8.475,55.

Têm direito ao 13º todos que recebem aposentadoria, pensão e auxílios. A gratificação natalina não é paga para beneficiários de BPC (Benefício de Prestação Continuada) e RMV (Renda Mensal Vitalícia).

VEJA O CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DO 13º DO INSS EM 2026

Para benefícios iguais ao salário mínimo, primeira e segunda parcelas:

FINAL DO BENEFÍCIO – PRIMEIRA PARCELA – SEGUNDA PARCELA

 

1 – 24/abr – 25/mai
2 – 27/abr – 26/mai
3 – 28/abr – 27/mai
4 – 29/abr – 28/mai
5 – 30/abr – 29/mai
6 – 04/mai – 01/jun
7 – 05/mai – 02/jun
8 – 06/mai – 03/jun
9 – 07/mai – 05/jun
0 – 08/mai -08/jun

DA REDAÇÃO

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Economia

BNDES apoia ampliação de usina de etanol de milho em MT com R$ 575,3 milhões

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São R$ 359,5 milhões em financiamento do Finem e Fundo Clima e R$ 215,8 milhões em limite de crédito da linha BNDES Máquinas e Serviços_

 

Projeto de expansão da ALD Bioenergia contribui para consolidar a liderança mundial do país em energia limpa e renovável_

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou apoio financeiro de R$ 575,3 milhões à ALD Bioenergia Deciolândia S.A. para investimento na ampliação de sua planta de etanol de milho, localizada em Nova Marilândia, Médio-Norte de Mato Grosso. A ALD Bioenergia obteve aprovação de R$ 359,5 milhões via financiamento do Finem e Fundo Clima, além de R$ 215,8 milhões em limite de crédito da linha BNDES Máquinas e Serviços, destinados principalmente à aquisição de equipamentos.

O apoio do BNDES viabilizará o projeto de expansão industrial, que prevê o aumento das capacidades de processamento de milho atual de 335 mil para 900 mil toneladas/ano, de produção de etanol, de 150 milhões para até 400 milhões de litros/ano, com reflexos também no aumento das produções de óleo de milho e de produção de grãos secos de destilaria (DDGs).

A ALD Bioenergia Deciolândia é fruto da união de 24 produtores rurais, extensão da Cooperativa Agroindustrial Deciolândia (Cooad), localizada na região de Diamantino, no Oeste de Mato Grosso, que iniciou as suas operações industriais em 2021.

“Consolidar a posição brasileira como líder mundial em energia limpa, com cerca de 89% de fontes renováveis, é uma das prioridades do governo Lula. E o BNDES é o agente responsável pela realização dessa política pública, reconhecido pela Bloomberg como o maior financiador de energias renováveis do mundo, com US$ 36,4 bilhões em crédito para o setor entre 2004 e 2023”, observou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

 

“Os investimentos devem gerar cerca de 400 empregos indiretos durante a implantação do projeto. Após a conclusão das obras, a previsão é que o quadro de funcionários próprios aumente de 188 para 275, além de um crescimento de 50 para 100 trabalhadores indiretos”, informou Marco Orozimbo, CEO da ALD Bioenergia. “Seguimos avançando com consistência e responsabilidade, ampliando nossa operação e fortalecendo a cadeia produtiva regional. Esse projeto representa um novo ciclo de crescimento para a ALD Bioenergia, com geração de valor para o território e para o setor de energia renovável”, acrescentou José Afonso Gonçalves, presidente do Conselho de Administração da empresa.

 

DA REDAÇÃO

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Economia

Governo vai liberar R$ 7 bilhões do FGTS para cerca de 10 milhões de trabalhadores, diz Marinho

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Ministro afirmou que valor se refere a residual retido de quem foi demitido e tinha restrição por causa do saque-aniversário; medida deve ajudar a conter o endividamento

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou nesta quinta-feira, 9, que o governo quer liberar R$ 7 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de 10 milhões de trabalhadores que tinham o valor retido por terem aderido ao saque-aniversário. A medida deve ajudar a conter o endividamento no país, uma das preocupações do governo em ano eleitoral.

Em entrevista no programa Alô Alô Brasil, apresentado por José Luiz Datena, Marinho citou as duas medidas provisórias assinadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para liberar o valor retido do fundo para quem tinha sido demitido e estava com restrição de saque por conta da lei do saque-aniversário.

“Liberamos no primeiro semestre R$ 12 bilhões para 12 milhões de trabalhadores e, no final do ano, liberamos R$ 8 bilhões e meio para 14 milhões de trabalhadores”, disse Marinho. “A Caixa (Econômica Federal), no meu entendimento, cometeu um erro aqui porque ela não liberou a totalidade desses recursos”, afirmou.

E complementou: “Tem um resíduo de R$ 7 bilhões que nós estamos trabalhando e propondo que libere agora. Estamos apurando exatamente a quantidade de trabalhadores e trabalhadoras que vão receber o que é direito legítimo deles, mas acreditamos que é em torno de 10 milhões.”

Na entrevista, Marinho citou o processo grande de endividamento de parte da população. “Nós estamos trabalhando essa lógica de buscar criar condições de redução desse endividamento”, disse. “Criar condições efetivas para que os trabalhadores possam voltar à sua vida normal.”

O saque-aniversário foi criado por lei em 2019 e permite ao trabalhador sacar parte do saldo da conta do FGTS todos os anos no mês de seu aniversário.

No entanto, caso ele seja demitido, poderia sacar apenas o valor referente à multa rescisória, sem ter acesso ao valor integral da conta.

No final do ano passado, o governo editou uma medida provisória para permitir, temporariamente, a liberação do saldo do FGTS retido para trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário e foram demitidos entre janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025.

6×1

Marinho também falou sobre o fim da escala 6×1, uma das bandeiras do governo Lula, e disse que seria prudente o presidente deixar tramitar os projetos de lei que estão na Câmara.

“E aí o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) teria condição de, imediatamente, caso ele assim tenha a vontade, dialogando com as lideranças da Câmara, pautar em plenário”, disse o ministro, referindo-se ao presidente da Câmara.

DA REDAÇÃO

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Economia

Produção da pecuária de Mato Grosso deve movimentar R$ 42,1 bilhões em 2026

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A produção pecuária de Mato Grosso deve movimentar R$ 42,1 bilhões em 2026, crescimento de 6,8% em relação a 2025, segundo estimativa do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Com o avanço, a atividade tende a ampliar sua participação dentro do agronegócio estadual e responder por cerca de 20,2% do Valor Bruto da Produção (VBP).

No total, o VBP da agropecuária de Mato Grosso está projetado em R$ 208,3 bilhões neste ano, com a pecuária ganhando relevância em um cenário de menor desempenho da agricultura.

Parte desse movimento já é observada no campo. No primeiro trimestre de 2026, o estado registrou o abate de 1,8 milhão de cabeças de bovinos, o maior volume já contabilizado para o período, com alta de 6,7% em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

O resultado reforça a capacidade produtiva de Mato Grosso e consolida o estado como um dos principais polos da pecuária brasileira, com produção voltada tanto ao abastecimento interno quanto ao mercado internacional.

“A pecuária mostra sua força ao crescer mesmo em um cenário de retração econômica. Isso acontece porque o setor está mais eficiente, mais tecnificado e conectado às demandas do mercado, seja ele interno ou externo”, avalia o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.

O desempenho positivo da atividade é sustentado, principalmente, pela valorização da arroba do boi gordo e pela demanda firme por animais terminados, tanto no mercado doméstico quanto nas exportações.

Ao mesmo tempo, o setor já apresenta sinais de mudança no ciclo produtivo. A retenção de fêmeas no campo, estratégia adotada pelos produtores, indica uma possível redução gradual da oferta de animais ao longo do ano, o que tende a dar sustentação aos preços.

“A retenção de fêmeas e a valorização da arroba indicam um ambiente favorável para os próximos meses. O produtor que estiver alinhado com eficiência e qualidade tende a aproveitar melhor esse momento de mercado”, destaca o diretor de Projetos do Imac.

 

DA REDAÇÃO

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