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ELEIÇÕES 2026

Militância do PT de Rondonópolis se mobiliza e defende pré-candidaturas de Júnior Mendonça e Wendell Girotto para as eleições de 2026

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Encontro realizado no Sindicato dos Bancários reforça estratégia de ampliar a representação política da região sul de Mato Grosso nas esferas estadual e federal

 

A militância do Partido dos Trabalhadores (PT) de Rondonópolis deu um importante passo na construção do projeto político da sigla para as eleições de 2026. Reunidos na noite desta quinta-feira (29), no Sindicato dos Bancários, dirigentes partidários, filiados, lideranças comunitárias, representantes de movimentos sociais e apoiadores participaram de uma ampla discussão sobre os rumos do partido e a participação do município na composição das chapas que disputarão os cargos proporcionais no próximo pleito.

Ao término do encontro, o Diretório Municipal deliberou pela defesa dos nomes dos vereadores Júnior Mendonça e Wendell Girotto como pré-candidatos a deputado estadual e deputado federal, respectivamente. A decisão representa um movimento político que busca fortalecer a presença de Rondonópolis e da região sul de Mato Grosso nos espaços de representação e decisão política em âmbito estadual e nacional.

Segundo integrantes da direção partidária, a proposta surgiu da avaliação de que o município possui densidade política, capacidade organizativa e lideranças consolidadas para disputar protagonismo dentro do partido nas eleições de 2026. A defesa das pré-candidaturas também reflete o reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos dois parlamentares no Legislativo Municipal, onde atuam como representantes da bancada petista.

Durante a reunião, diversos participantes destacaram a importância de ampliar a representação da região sul mato-grossense nas instâncias legislativas. O entendimento predominante entre os presentes é de que a região possui demandas históricas relacionadas à infraestrutura, geração de emprego, desenvolvimento social, agricultura familiar, educação e saúde pública, temas que necessitam de maior voz junto à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados.

Para a direção municipal do PT, a construção de candidaturas próprias não apenas fortalece a identidade partidária, mas também cria condições para ampliar o debate sobre os desafios enfrentados pelos municípios do interior do Estado.

O presidente do Diretório Municipal do PT, Júlio César Campos, ressaltou que a defesa dos nomes dos dois vereadores nasce do diálogo permanente com a militância e das discussões realizadas ao longo dos últimos meses.

“O PT de Rondonópolis entende que a região sul de Mato Grosso tem força política para apresentar nomes competitivos ao debate estadual e federal. Por isso, defendemos as pré-candidaturas de Júnior Mendonça e Wendell Girotto para compor as chapas de 2026”, afirmou.

Nos bastidores do partido, a avaliação é de que o lançamento de lideranças locais pode contribuir para ampliar a participação popular no processo eleitoral e fortalecer o diálogo entre o partido, os movimentos sociais, sindicatos, associações comunitárias e organizações populares que historicamente compõem a base petista na região.

Os vereadores Júnior Mendonça e Wendell Girotto são atualmente os dois representantes do PT na Câmara Municipal de Rondonópolis e têm participado ativamente de iniciativas voltadas à aproximação entre o mandato parlamentar e as comunidades, especialmente por meio de ações sociais, audiências públicas, visitas aos bairros e projetos voltados ao fortalecimento da participação popular.

Embora a manifestação da militância e da direção municipal represente um importante indicativo político, a definição oficial das candidaturas ainda dependerá das etapas internas do partido. O processo seguirá os trâmites estabelecidos pela legenda, passando pelas discussões regionais, estaduais e pelas convenções partidárias que ocorrerão em 2026.

A reunião desta quinta-feira, entretanto, já sinaliza o posicionamento político do PT de Rondonópolis e demonstra a disposição da militância em buscar maior protagonismo para a cidade no cenário eleitoral do próximo ano, consolidando a defesa de representantes locais para disputar espaços estratégicos na política mato-grossense.

DA REDAÇÃO

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ELEIÇÕES 2026

Lula passa Flávio Bolsonaro em segundo turno após revelações do Caso Master, mostra pesquisa Meio/Ideia

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Episódio do vazamento de conversa entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro é grave e merece investigação para 48% dos entrevistados; 57% apoiam CPI para investigar caso Master

 

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deixou o cenário de empate técnico contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e passou a liderar um eventual segundo turno nas eleições presidenciais de 2026. Segundo pesquisa Meio/Ideia, Lula aparece com 46,5% das intenções de voto, enquanto Flávio soma 41,4%.

Na rodada anterior, realizada no início de maio, o cenário era mais equilibrado. Lula registrava 44,7% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparecia numericamente à frente, com 45,3%, dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais. A queda do senador ocorre após o vazamento de um áudio em que Flávio Bolsonaro pede dinheiro ao banqueiro investigado Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o fundador do Instituto Meio/Ideia, Maurício Moura, o objetivo da pesquisa foi rastrear os impactos do episódio do vazamento do áudio de conversa entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro nas eleições. “Nós conseguimos mensurar o impacto do evento na intenção de voto, mas também na percepção da população sobre o ocorrido. Não foi um episódio que passou batido e eventuais repercussões podem influenciar nos resultados daqui para frente”, explicou.

De acordo com a pesquisa, 70,4% dos entrevistados afirmaram ter tomado conhecimento do áudio vazado. Outros 18,2% disseram não ter ouvido falar sobre o caso, enquanto 11,4% não souberam responder. Para 48% dos entrevistados, o episódio é grave e merece investigação. Já 20% discordam dessa avaliação.

O levantamento também mostra que 46% consideram que o episódio retrata uma prática comum da política, enquanto 21% não concordam nem discordam da afirmação e 23% discordam. Sobre a percepção de que o caso estaria recebendo atenção exagerada, 34% concordam com essa avaliação, 22% não concordam nem discordam, 36% discordam e 8% não souberam responder.

A criação de uma CPI para investigar o caso do Banco Master é apoiada por 57% dos entrevistados, enquanto 12% se posicionam contra. Além disso, 45% avaliam que o episódio envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro contradiz o discurso de combate à corrupção defendido pelo senador. Outros 22% discordam dessa percepção, 24% não concordam nem discordam e 9% não souberam responder.

Segundo a pesquisa, 33,4% acreditam na versão apresentada por Flávio Bolsonaro sobre o fato, enquanto 40,6% afirmam não acreditar. O impacto do áudio na imagem do senador também foi medido: para 44% dos entrevistados, o episódio piorou a opinião sobre o pré-candidato; 30,8% disseram que nada mudou; 14,5% afirmaram que a percepção melhorou; e 10,7% não souberam responder.

Questionados sobre os efeitos do caso Flávio-Vorcaro na campanha presidencial, 33% afirmaram que o episódio prejudicará muito a candidatura do senador, enquanto 24% avaliam que prejudicará um pouco. Para outros 24%, o caso não terá impacto eleitoral, enquanto 6% acreditam que a situação pode beneficiar a campanha. Outros 13% não souberam opinar.

Cenários da disputa

Nos demais cenários de segundo turno, o presidente  Lula  mantém vantagem sobre todos os adversários testados pela pesquisa. No cenário contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, Lula marca 46%, frente aos 40% do oponente. Caiado reduziu significativamente a diferença entre os dois. No início de maio, este mesmo cenário mostrava Lula com 44,7% dos votos e Caiado com 27,6%.

Contra Renan Santos, Lula aparece com 46% das intenções de voto, acima dos 31% do adversário. Em uma eventual disputa contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, Lula registra 46%, também em alta em relação aos 37% de Zema.

Na pesquisa espontânea (quando os nomes dos candidatos não são apresentados ao entrevistado) o presidente aparece com 33% das intenções de voto, índice estável em relação ao início de maio, quando registrava 33,4%. Já Flávio Bolsonaro oscilou de 20% para 18,7% no mesmo período. O percentual de entrevistados que afirmam votar em branco, nulo ou em ninguém subiu de 5% para 10%, na mesma comparação, enquanto os indecisos passaram de 23,1% para 24,5%.

Nos cenários estimulados de primeiro turno, Lula lidera em todas as simulações testadas. Contra Flávio Bolsonaro, o petista registra 38,5% das intenções de voto, ante 31,5% do adversário. Em um eventual confronto com Michelle Bolsonaro, Lula aparece com 38%, contra 29,6% da ex-primeira-dama. Em uma disputa sem Lula, o ministro Fernando Haddad alcança 36,5%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 32,7%, com 5,7% de branco/nulo e 9,1% de indecisos.

Em termos de rejeição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 46,7%, acima dos 44,8% registrados no início de maio. Já Flávio Bolsonaro tem rejeição de 39,8%, também em alta na comparação com a rodada anterior da pesquisa, quando marcava 38%.

Chapa feminina

A pesquisa também testou a percepção do eleitorado sobre chapas presidenciais femininas. Segundo o levantamento, 28% dos entrevistados afirmaram que uma chapa composta exclusivamente por mulheres aumentaria a chance de voto. Entre o eleitorado feminino, esse percentual sobe para 33,6%. O estudo simulou uma eventual chapa formada por Tereza Cristina e Michelle Bolsonaro. Nesse cenário, 40% dos entrevistados disseram que a composição aumentaria a chance de voto. Entre os eleitores evangélicos, o índice chega a 66,1%, enquanto entre as mulheres o percentual registrado é de 37,9%.

Um eventual segundo turno entre Lula e Tereza Cristina, contudo, ainda coloca o petista em vantagem: Lula teria 46% dos votos, enquanto Tereza somaria 27%. A CEO do Instituto Ideia, Cila Schulman, explicou que o cenário com chapa inteiramente feminina impulsiona votos, mas ainda não é decisivo. “A gente consegue identificar uma vontade da população por uma liderança feminina, mas ainda não o suficiente para definir as eleições”, disse.

Recorte demográfico e regional

No recorte por segmentos demográficos e regionais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com desempenho mais forte entre eleitores do Nordeste, onde registra 58% das intenções de voto, além das classes D/E (51,6%), católicos (56,7%), pessoas com escolaridade até o ensino fundamental (51,1%) e eleitores pretos (54,7%). Já Flávio Bolsonaro concentra maior apoio entre o eleitorado masculino (44%), na faixa de 25 a 34 anos (44%), nas regiões Centro-Oeste (47,5%) e Sul (52,3%), além das classes A/B (44,8%), evangélicos (66,6%), pessoas com ensino médio (46%) e eleitores brancos (44,3%).

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ELEIÇÕES 2026

Pesquisa para o senado mostra Janaína ocupando a segunda colocação Fávaro e Taques empatado

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A mais recente movimentação do cenário político em Mato Grosso aponta para a consolidação do governador Mauro Mendes na liderança das pesquisas eleitorais, enquanto a deputada estadual Janaina Riva segue ocupando a segunda colocação na disputa ao Senado Federal. O retrato atual demonstra estabilidade no topo da corrida eleitoral, mas os números também revelam um dado considerado decisivo por analistas políticos: o elevado índice de eleitores indecisos quanto ao segundo voto para o Senado.

Segundo os dados apresentados no levantamento, cerca de 53% dos entrevistados declararam ainda não saber em quem votar ou afirmaram estar indecisos sobre a segunda vaga em disputa. O percentual acende um alerta dentro dos grupos políticos e evidencia que o cenário está longe de ser definitivo.

Apesar da vantagem demonstrada pelos primeiros colocados, especialistas avaliam que uma das cadeiras ainda pode sofrer mudanças significativas fora da linha fria das pesquisas. Isso porque campanhas eleitorais são altamente influenciadas por fatores que surgem ao longo do percurso político, como alianças estratégicas, tempo de exposição, investimentos financeiros, mobilização de bases regionais e o impacto de fatos nacionais sobre candidaturas locais.

Nos bastidores, interlocutores observam que o ambiente nacional pode acabar interferindo diretamente no comportamento do eleitor mato-grossense, especialmente em candidaturas mais associadas ao bolsonarismo. A depender do avanço dos desgastes políticos envolvendo o pré-candidato Flávio Bolsonaro e das repercussões relacionadas aos episódios que ligam seu nome aos debates envolvendo o Banco Master, parte desse desgaste poderá refletir em candidaturas alinhadas ideologicamente ao grupo conservador.

Os números da pesquisa na soma do primeiro e segundo votos mostram o seguinte cenário:

• Mauro Mendes (União): 52%
• Janaina Riva (MDB): 32%
• José Medeiros (PL): 18%
• Carlos Fávaro (PSD): 12%
• Pedro Taques (Sem Partido): 12%
• Antônio Galvan (Avante): 6%
• Edna Sampaio (PT): 4%

Outro ponto que chama atenção no levantamento é justamente o empate técnico envolvendo Pedro Taques e Carlos Fávaro. O cenário coloca frente a frente dois nomes de peso da política estadual, porém em condições bastante distintas.

Pedro Taques carrega em seu currículo o fato de já ter exercido os cargos de senador da República e governador de Mato Grosso, mantendo ainda forte recall político em diversos municípios do estado. Entretanto, atualmente está sem mandato eletivo, o que naturalmente reduz sua presença institucional e capacidade de articulação direta junto às bases políticas.

Do outro lado, Carlos Fávaro ocupa atualmente uma cadeira no Senado Federal e, até recentemente, esteve à frente do Ministério da Agricultura e Pecuária, posição que ampliou sua visibilidade nacional e fortaleceu sua interlocução com o setor produtivo, especialmente o agronegócio.

O instituto também mediu isoladamente a preferência do eleitor para a segunda vaga na Casa Alta. De acordo com os dados compartilhados pelo FolhaMax, o cenário da segunda opção de voto aparece da seguinte maneira:

• Janaina Riva: 17%
• Mauro Mendes: 13%
• José Medeiros: 10%
• Pedro Taques: 8%
• Carlos Fávaro: 5%
• Antônio Galvan: 4%
• Edna Sampaio: 2%

O levantamento reforça que a disputa pela segunda vaga permanece completamente aberta e altamente competitiva. Com um eleitorado ainda indefinido e uma campanha que promete forte polarização política, o cenário eleitoral em Mato Grosso tende a passar por novas movimentações até o período decisivo das eleições.

No quesito rejeição eleitoral — quando o eleitor responde em quem não votaria de forma alguma — os números do instituto MT Dados também revelam equilíbrio entre alguns dos principais postulantes:

• Pedro Taques: 15%
• Carlos Fávaro: 14%
• José Medeiros: 14%

O empate no índice de rejeição entre José Medeiros e Carlos Fávaro chama atenção dos analistas políticos porque demonstra que ambos possuem praticamente o mesmo nível de resistência dentro do eleitorado mato-grossense. Em uma disputa marcada por alto índice de indecisos, a rejeição pode se transformar em um fator decisivo na reta final da campanha, influenciando diretamente a capacidade de crescimento eleitoral dos candidatos.

Nos bastidores, lideranças políticas já reconhecem que a corrida ao Senado deverá ser uma das mais imprevisíveis dos últimos anos no estado, justamente pelo grande número de eleitores que ainda não consolidaram seu voto e pela influência que os acontecimentos nacionais poderão exercer sobre o debate regional.

DA REDAÇÃO

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ELEIÇÕES 2026

STF e Romeu Zema: tensão institucional cresce em Brasília e bastidores apontam possível escalada jurídica

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O clima entre o governador de Romeu Zema e ministros do Supremo Tribunal Federal atingiu um dos momentos mais delicados dos últimos anos e já mobiliza os bastidores políticos em Brasília. Interlocutores ligados à Corte apontam que declarações recentes do governador mineiro passaram a ser analisadas com preocupação por integrantes do STF, elevando a tensão institucional entre os Poderes.

 

Nos corredores da capital federal, a avaliação é de que o embate ultrapassou o campo político e entrou em uma zona considerada sensível do ponto de vista jurídico e constitucional. Segundo informações que circulam entre parlamentares e assessores próximos ao Judiciário, ministros discutem possíveis respostas mais duras caso entendam que houve ataques reiterados à instituição ou extrapolação dos limites legais nas críticas direcionadas ao Supremo.

Embora não exista até o momento qualquer confirmação oficial sobre eventual medida judicial contra Zema, rumores envolvendo cenários extremos passaram a ganhar força nos bastidores políticos. A simples possibilidade de ações mais rígidas provocou forte reação de aliados do governador, que classificam qualquer tentativa de responsabilização mais severa como ameaça à liberdade de expressão e ao debate democrático.

A tensão ocorre em um momento de crescente polarização política no país, em que críticas ao Judiciário têm se tornado frequentes entre lideranças de diferentes campos ideológicos. Para integrantes do STF, no entanto, ataques considerados sistemáticos às instituições podem representar risco à estabilidade democrática e à ordem constitucional, exigindo resposta firme por parte da Corte.

Especialistas em Direito Constitucional ouvidos por analistas políticos ressaltam que qualquer medida extrema contra um chefe de Executivo estadual dependeria de fundamentos jurídicos robustos, além de provas concretas que sustentem eventual acusação criminal. Juristas também lembram que a Constituição Federal assegura liberdade de manifestação política, mas estabelece limites quando há possibilidade de incitação contra instituições democráticas ou afronta ao Estado de Direito.

O episódio já repercute entre lideranças políticas nacionais e deve intensificar os debates sobre os limites entre crítica política, liberdade de expressão e responsabilização legal de autoridades públicas. Parlamentares ligados à oposição falam em perseguição política, enquanto setores alinhados ao STF defendem que nenhuma autoridade está acima da Constituição.

Nos bastidores de Brasília, a percepção é de que o Brasil pode estar diante de mais um capítulo de forte tensão entre Poderes, cenário que aumenta a instabilidade política e amplia o clima de incerteza no ambiente institucional do país.

Até o fechamento desta matéria, nem o governo de Minas Gerais nem o STF haviam divulgado posicionamento oficial sobre a possibilidade de qualquer medida judicial contra o governador mineiro.

DA REDAÇÃO

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