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ELEIÇÕES 2026

Pedro Taques reúne lideranças regionais e reforça agenda política no Sul de Mato Grosso

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Encontro organizado por lideranças locais reuniu representantes sindicais, comunitários, religiosos e educacionais em diálogo sobre desenvolvimento regional e fortalecimento do interior

 

Uma importante reunião de trabalho realizada em Rondonópolis marcou a presença do ex-governador e ex-senador Pedro Taques (PSB), que atualmente se coloca como pré-candidato ao Senado Federal. O encontro reuniu dezenas de lideranças de diversos segmentos, incluindo representantes sindicais, comunitários, religiosos, movimentos sociais, profissionais da educação e estudantes, consolidando um espaço de diálogo político e social voltado ao desenvolvimento regional.

O evento foi organizado pelos vereadores Wendel Girotto (PT) e Junior Mendonça (PT), com apoio do empresário Carlos Ernesto Augustin, o “Teti”, vice-presidente do PSB em Mato Grosso e nome cotado para compor como primeiro suplente na eventual chapa de Taques ao Senado.

Encontro marca escuta regional e alinhamento político

A reunião integrou a agenda estratégica que Pedro Taques vem cumprindo na região Sul do Estado, marcada por encontros políticos e participação em eventos ligados à economia regional e aos trabalhadores.

Realizado nesta quinta-feira (30), às 19h, o encontro teve como objetivo principal promover o alinhamento político e a escuta das demandas regionais. Além de lideranças de Rondonópolis, participaram representantes dos municípios de Pedra Preta, São José do Povo e Poxoréu, bem como integrantes do Vale do São Lourenço, incluindo Jaciara, Juscimeira, Dom Aquino e São Pedro da Cipa.

Durante o encontro, foram debatidos temas estratégicos como geração de empregos, fortalecimento da economia regional, valorização dos trabalhadores e ampliação de políticas públicas voltadas ao interior mato-grossense.

A presença de diferentes segmentos sociais reforçou o caráter plural da reunião, evidenciando o interesse em construir propostas que atendam às necessidades reais das comunidades.

Mobilização local fortalece articulação política

Os vereadores Wendel Girotto e Junior Mendonça tiveram papel fundamental na mobilização das lideranças locais, reunindo representantes de diversos setores sociais e profissionais.

O empresário Carlos Ernesto Augustin, conhecido como Teti, também desempenhou papel estratégico na organização do encontro. Com forte atuação no setor produtivo e histórico de participação política, ele é apontado como um dos nomes que poderá integrar a chapa de Pedro Taques como primeiro suplente, fortalecendo a representatividade do Sul do Estado no cenário político.

A articulação política construída durante o encontro demonstra um esforço conjunto para ampliar o diálogo entre lideranças regionais e fortalecer a presença política do interior nas decisões estaduais e federais.

Agenda inclui trabalhadores do campo e setor produtivo

A programação de Pedro Taques na região também incluiu compromissos voltados ao setor produtivo e aos trabalhadores.

Na sexta-feira (1º), às 9h, o ex-governador participou da cerimônia de posse da nova diretoria e do conselho fiscal do Sindicato dos Agricultores(as) Familiares de Rondonópolis, Itiquira e São José do Povo, reforçando o compromisso com o fortalecimento da agricultura familiar e a valorização dos produtores rurais.

Ainda na sexta-feira, às 11h, Taques participou da tradicional Festa do Trabalhador da empresa Sementes Petrovina, evento que reúne colaboradores, familiares e convidados em celebração ao Dia do Trabalhador.

A empresa é reconhecida pela sua atuação no desenvolvimento agrícola do Sul de Mato Grosso, consolidando-se como uma das referências do setor na região.

Presença plural reforça diálogo com a sociedade

O encontro realizado em Rondonópolis destacou-se pela ampla participação social, reunindo representantes de diferentes segmentos e promovendo um ambiente de diálogo aberto.

A presença de estudantes, educadores, lideranças comunitárias e representantes religiosos demonstrou o interesse coletivo em participar das discussões políticas e contribuir com propostas para o desenvolvimento regional.

Para os organizadores, a reunião representa um passo importante na construção de um projeto político voltado ao fortalecimento do interior, com atenção especial às demandas dos trabalhadores e das comunidades locais.

Movimento sinaliza fortalecimento político regional

A agenda cumprida por Pedro Taques na região Sul de Mato Grosso reforça a importância estratégica do interior no cenário político estadual e federal.

A reunião de trabalho realizada em Rondonópolis demonstra o fortalecimento de articulações políticas regionais e evidencia a mobilização de lideranças comprometidas com o desenvolvimento econômico, social e produtivo do Sul do Estado.

Com a presença de diferentes setores da sociedade e a participação ativa de lideranças políticas locais, o encontro consolida-se como um marco no diálogo entre representantes políticos e a comunidade regional, apontando para a construção de propostas alinhadas às necessidades do interior mato-grossense.

DA REDAÇÃO

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ELEIÇÕES 2026

Se as eleições fosse hoje, em quais desses candidatos de Rondonópolis você votaria

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O portal notícia em foco MT lançou uma enquete para saber quais os candidatos de Rondonópolis teriam melhor aceitação do eleitor de Rondonópolis e Região Sul.

A enquete além de testar os candidatos à deputado estadual e federal, também colocou para apreciação dos rondonopolitanos, os candidatos ao governo e senado da república. Para registrar o seu voto, basta clicar no link abaixo, marcar as opções para cada cargo, e ao final, clicar em votar, para registrar o voto, finalizando a votação. Lembrando que se trata de uma enquete, portanto, sem nenhum valor científico. Só será permitido apenas um voto por IP.

CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA VOTAR.

Enquete

 

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ELEIÇÕES 2026

Movimento de Janaína pode consolidar MDB como peça central na composição com o PL em Mato Grosso

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Dentro do cenário atual, o movimento liderado por Janaína Riva tem sido visto como demonstração de articulação política e leitura antecipada do ambiente eleitoral.

 

Publicamente, a parlamentar já declarou que mantém foco prioritário em disputar o Senado, afastando rumores sobre participação em chapas como vice-governadora em outros grupos políticos.

Essa postura contribui para consolidar sua imagem como liderança que busca protagonismo próprio, ao mesmo tempo em que articula alianças estratégicas para fortalecer seu campo político.

O que antes era tratado como movimentação discreta ganhou força após a filiação da ex-prefeita de Sinop e suplente de senadora Rosana Martinelli ao MDB, movimento anunciado publicamente e considerado estratégico para reforçar a presença do partido no pleito de 2026.

A mudança partidária consolidou Rosana como peça relevante no tabuleiro eleitoral, abrindo espaço para que seu nome seja discutido não apenas em disputas proporcionais, mas também como possível integrante de uma composição majoritária. e talvez seja numa estratégia muito mais cadenciada que Janaína irá trabalhar, recebendo cotoveladas e ataques de alas mais radical do campo bolsonarista, Janaína tem se mantido calada, mas ao que parece, não parada, informações dão quase como certa o nome de Rosana Martineli (MDB) como candidata a vice-governadora na chapa de Welington Fagundes (PL), tudo articulado pela nora do senador e candidata ao senado, vale lembrar que, atualmente, Rosana, é segundo suplente de Welington Fagundes.

Rosana Martineli, (MDB), ex-prefeita de Sinop, cotada para vice de Welington Fagundes

Historicamente, o processo de formação de chapas majoritárias em Mato Grosso tem sido marcado por negociações complexas e ajustes estratégicos de última hora, o que reforça a necessidade de cautela na análise de projeções antecipadas.

Ainda assim, uma leitura comum entre observadores políticos é que o protagonismo crescente de Janaína Riva e o fortalecimento do MDB indicam que o partido pretende ocupar posição central na definição dos rumos da eleição de 2026. Se consolidada essa articulação, Janaína ganha identidade para colar em Welington e no PL com discurso de que seu partido é não só apoiador, como coadjuvante de Welington e Flávio respectivamente, e por mais que a ala mais radical esperneie, ela seguirá na trincheira dos votos Bolsonarista como figura legítima.

MEDEIROS COM PIVETTA

Por outro lado, informações de bastidores, dão conta de que está havendo um possível acordo velado envolvendo o grupo do governador Otaviano Pivetta e do ex-governador Mauro Mendes com o deputado federal José Medeiros.

Medeiros costura aproximação com Pivetta e diz que é o escolhido de  Bolsonaro junto a Mauro Mendes para o Senado :: Notícias de MT | Olhar  Direto

De acordo com estes interlocutores, a estratégia seria clara, isolar Welington Fagundes onde, Pivetta na  disputa pelo governo, e Mauro Mendes ao Senado, paralelamente, o grupo estimularia o apoio indireto a Medeiros como segundo voto ao Senado, enfraquecendo o senador Wellington Fagundes dentro do próprio campo politico, e ainda acertando em cheio Janaína, que hoje se mantém em segundo lugar nas pesquisas. Em regra geral, o resultado das urnas se mantido como o que traz as pesquisas, Medeiros estaria fora, e é aí que entra o plano, Janaína batendo em Mauro Mendes e Medeiros esperneando  com a presença de Janaina no bloco bolsonarista tirando-lhe a vaga, a casadinha perfeita seria uma estratégia com esse desenho. A movimentação indicaria não apenas uma composição suprapartidária, mas também um rearranjo de forças que pode redesenhar completamente a disputa.
Ainda de acordo com essas informações de bastidores, a eventual construção passaria pela divisão estratégica de votos, com o lançamento de uma candidatura considerada menos competitiva ao Senado para cumprir papel formal, enquanto a estrutura política e eleitoral do grupo seria direcionada para impulsionar Medeiros. O movimento, se confirmado, revela uma fissura interna no PL e alimenta a percepção de traição política, com Medeiros se afastando de Wellington.

Para contrariar o senador, Medeiros fez questão de marcar presença na posse de Pivetta no governo, gesto que foi interpretado por lideranças liberais como uma afronta direta a Wellington Fagundes e um sinal público de distanciamento dentro do próprio partido.

DA REDAÇÃO

 

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ELEIÇÕES 2026

Lula articula alianças estratégicas e mira virada política nos maiores colégios eleitorais do país

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Movimentos em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul indicam estratégia nacional para ampliar base e consolidar palanques estaduais

 

 

Nos bastidores da política nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensifica articulações consideradas decisivas para o cenário eleitoral, com foco especial nos maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

A estratégia do núcleo político ligado ao Palácio do Planalto passa pela construção de palanques estaduais robustos, capazes de ampliar alianças e fortalecer a sustentação política nacional. Segundo dirigentes partidários, a formação de alianças regionais é vista como essencial para sustentar qualquer projeto eleitoral nacional competitivo.

Especialistas destacam que os três estados concentram parcela significativa do eleitorado brasileiro e exercem influência direta sobre o resultado das eleições nacionais, sendo considerados territórios-chave para qualquer campanha presidencial.

O presidente Luís Inácio Lula da Silva, que tem sido decisivo no plano de estruturação de sua campanha a reeleição, cravou estratégias que do seu ponto de vista conseguiria diminuir a vantagem para seu principal oponente, Flávio Bolsonaro (PL),  e por uma lógica, Lula insistiu em duas candidaturas que até certo ponto teria resistências, o ex-ministro da economia, Fernando Haddad, que acabou aceitando o desafio de liderar o palanque do presidente Lula, disputando o governo do estado de São Paulo, já demonstra que o presidente estava certo e tem faro político, considerado o maior colégio eleitoral do país, Lula sabe da importância de ter um candidato com identidade própria com o partido dos trabalhadores e Haddad seria esse nome, foi de Lula também a insistência no convite para que a ex-ministra do planejamento Simone Tebet, trocasse não só o domicilio eleitoral, como também de partido, migrando de Mato Grosso do Sul para São Paulo e do MDB para o PSB, Tebet garantirá um diálogo com setores do centro, do empresariado e do agro, liderando as pesquisas para o senado em todos os cenários, a ex-ministra hoje já é cogitada como possível vice de Haddad, abrindo espaço para o ex-governador e ex-ministro Márcio França disputar a cadeira ao senado. As últimas pesquisas já demonstram que este arranjo, já colocou o candidato petista em vantagem, e pode sagrá-lo vencedor rumo ao palácio dos Bandeirantes, fator que pode resultar num resultado positivo na votação para o presidente Lula e sua possível reeleição.

Lula recebe Haddad em primeiro compromisso após alta e pede para que  medidas fiscais não sejam desidratadas | Política | Valor Econômico

São Paulo: aposta em alianças amplas e nomes de centro

Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, a articulação política gira em torno da manutenção de um grupo capaz de dialogar com setores do centro político, do empresariado e do agronegócio.

Entre os nomes que integram o campo aliado estão:

  • Fernando Haddad
  • Simone Tebet
  • Márcio França
  • Geraldo Alckmin
  • Marina Silva

A permanência de Geraldo Alckmin como vice na chapa presidencial é vista como um sinal da busca por equilíbrio político, mantendo interlocução com setores moderados e econômicos.

Nos bastidores, o fortalecimento de nomes com trânsito entre diferentes segmentos sociais e econômicos é interpretado como tentativa de ampliar a competitividade em um estado historicamente disputado.

Na expectativa de anunciar procurador-geral e ministro do STF, Lula se  reúne com Pacheco | CNN Brasil

Minas Gerais: Pacheco surge como peça central

Já em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, Lula cravou o nome do senador Rodrigo Pacheco como o nome com potencial para enfrentar o principal favorito ao governo mineiro, Cleitinho Azevedo (republicanos), a resistência acabou, Pacheco aceitou, trocou o PSD de Kassab pelo PSB de Alckimin e vai para a disputa, pesquisas recentes demonstraram que quando o nome de Pacheco aparece como candidato apoiado por Lula, ele já ultrapassa o seu principal concorrente, e mais uma vez, mostra que Lula vem investindo em apostas capaz de virar o jogo nos dois principais colégio eleitorais.

Aliados do governo consideram que uma candidatura competitiva no estado pode fortalecer a presença política no Sudeste e ampliar o arco de alianças locais. A aproximação com lideranças regionais e ex-gestores municipais também integra as negociações.

Relatos políticos indicam que a presença de candidaturas alinhadas nos estados fortalece a estrutura local das campanhas, permitindo maior capilaridade eleitoral e mobilização regional.

Em reunião com Lula, Juliana Brizola pediu apoio e ofereceu vice ao PT

Rio Grande do Sul: composição com o PDT amplia arco político

No Rio Grande do Sul, as negociações avançaram para uma composição envolvendo o apoio do Partido Democrático Trabalhista (PDT).

A decisão de apoiar a candidatura de Juliana Brizola ao governo estadual ocorreu após negociações internas, que resultaram na retirada da pré-candidatura do petista Edegar Pretto.

A aliança entre PT e PDT foi interpretada como passo relevante para consolidar apoio regional e ampliar a sustentação política no estado.

Dirigentes partidários consideram que a unidade entre forças políticas regionais pode reduzir disputas internas e fortalecer o alinhamento eleitoral em nível nacional.

 

Estratégia nacional baseada em alianças regionais

Nos bastidores da política, a construção de palanques estaduais é considerada peça-chave na disputa presidencial.

Dirigentes partidários destacam que nenhuma legenda isoladamente consegue sustentar um projeto nacional sem alianças amplas. A formação de um campo político plural tem sido apontada como estratégia central para ampliar competitividade eleitoral.

Ao mesmo tempo, a disputa eleitoral nacional tende a se intensificar com o avanço da pré-campanha e a consolidação das candidaturas principais, em um cenário descrito como fragmentado e altamente competitivo.

Debates na TV e campanha devem marcar fase decisiva

Analistas políticos apontam que a largada oficial das campanhas será um dos momentos mais aguardados do calendário eleitoral.

Os debates ao vivo na TV, tradicionalmente, costumam assumir papel central na comparação de propostas, trajetórias políticas e posicionamentos ideológicos, influenciando a percepção do eleitorado e a dinâmica da disputa. A avaliação feita por especialistas, é que Flávio não terá vida fácil nos debates, tendo como principais oponentes candidatos do campo da direita, como o novato Renan Santos (MISSÃO), que promete artilharia direta ao filho do ex-presidente, fazendo menção ao caso das rachadinhas e o histórico do candidato ligado à milícias do Rio de Janeiro, compras de imóveis suspeitas e outros, isso por si só, já dará um desequilíbrio na vantagem do candidato do PL, candidatos como Caiado (PSD) e Aldo Rebelo (DC), também do campo da direita, não deverão desarmar suas artilharias ao candidato do clã Bolsonaro, e é com esta expectativa que aliados do presidente lula, acreditam que a eleição possa ser resolvida ainda no primeiro turno, o que faria o atual presidente sair vitorioso da última disputa política da sua vida e com resultado muito positivo, consolidando-se como o único na história a ser eleito quatro vezes presidente da república.

Com os principais colégios eleitorais ainda em aberto, a expectativa é que os próximos meses sejam marcados por intensificação das articulações, negociações partidárias e definição de candidaturas que poderão moldar o cenário político nacional.

 

Análise política: experiência e pragmatismo como marca das articulações

Observadores do cenário político avaliam que as negociações em curso refletem um modelo estratégico baseado em pragmatismo e experiência acumulada ao longo de décadas de atuação política.

A construção de alianças amplas, envolvendo partidos e lideranças com perfis distintos, tem sido interpretada como tentativa de ampliar a base eleitoral e consolidar presença nos estados mais decisivos do país.

 

 

DA REDAÇÃO

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