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Polícia Civil prende mãe e filho por tráfico de drogas em Várzea Grande

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, na manhã desta quarta-feira (29.4), uma mulher, de 52 anos, e seu filho, de 24 anos, durante cumprimento de mandado judicial de busca e apreensão em uma residência no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, após drogas serem encontradas na casa.

A ação policial foi deflagrada com base em uma investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), que teve como origem uma denúncia anônima sobre intensa movimentação de pessoas e veículos no imóvel onde residem os investigados, apontando possível comercialização de entorpecentes.

As investigações realizadas confirmaram os relatos da denúncia: o tráfico de drogas era de fato praticado por mãe e filho no local, apontado como ponto de venda de entorpecentes, popularmente conhecido como “boca de fumo”. As apurações apontaram, ainda, que os dois são vinculados a uma facção criminosa que atua em Várzea Grande.

Diante dos elementos coletados, o delegado Eduardo Ribeiro representou pelo mandado judicial de busca e apreensão, cuja execução resultou na prisão em flagrante de ambos os investigados.

Ao perceber a aproximação dos policiais, o filho tentou se desfazer de drogas arremessando-as por cima do muro da residência, na tentativa de que o material não fosse encontrado durante a diligência. Em seguida, ele tentou empreendeu fuga do local.

No entanto, a equipe policial da Denarc frustrou a tentativa e recolheu as drogas que haviam sido lançadas na rua. A mãe resistiu à prisão, mas também acabou detida. Ambos os investigados foram conduzidos à delegacia e autuados em flagrante delito.

Foram apreendidos uma porção de maconha, 10 porções de pasta base, apetrechos utilizados no comércio de entorpecentes, R$ 1.319 em espécie e uma motocicleta. Todo o material foi encaminhado para perícia técnica.

Os dois foram autuados em flagrante delito pelas práticas dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ambos já possuíam antecedentes criminais registrados pelos mesmos delitos nos anos de 2021, 2023 e 2024.

As investigações seguem em andamento para o aprofundamento da apuração e identificação de possíveis outros integrantes da rede criminosa.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil desarticula rede descentralizada de distribuição de drogas na Capital

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.4), a Operação Rede Difusa para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular uma rede de distribuição de entorpecentes, pulverizada em pontos de comercialização em diversos bairros de Cuiabá.

Na operação, são cumpridos três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.

A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificou a existência de uma estrutura criminosa caracterizada pela atuação pulverizada, com pequenos núcleos independentes de venda de drogas. Embora de baixa complexidade individual, os pontos formavam uma rede difusa de abastecimento e distribuição de entorpecentes na capital.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, o cumprimento das ordens judiciais busca não apenas a responsabilização dos investigados, mas também a apreensão de substâncias ilícitas, valores oriundos da atividade criminosa e outros objetos relacionados ao tráfico de drogas.

“A operação busca o enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas, sobretudo às estruturas que, mesmo de pequeno porte, contribuem significativamente para a disseminação da criminalidade, como ocorrências de furtos, roubos e homicídios, e seus reflexos sociais”, disse o delegado.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da rede.

Rede Difusa

O nome da operação faz referência à forma de atuação do grupo investigado, que operava de maneira descentralizada, espalhando pontos de venda em diferentes regiões da cidade, dificultando a repressão estatal e ampliando o alcance da distribuição de entorpecentes.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Renorcrim

As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência).

A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Flávio Bolsonaro: rachadinhas, suspeitas de ligação com milícias e a troca no comando da Polícia Federal

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O senador Flávio Bolsonaro voltou, ao longo dos últimos anos, ao centro de uma série de acusações que envolvem suposto esquema de “rachadinha” em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, conexões políticas com personagens ligados à milícia fluminense e suspeitas de tentativa de blindagem durante o governo de seu pai, Jair Bolsonaro.

O caso mais conhecido é o das chamadas “rachadinhas”, prática em que assessores devolvem parte dos salários ao parlamentar ou a operadores do gabinete. Em 2020, o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e outras pessoas pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e apropriação indébita. A acusação sustentava que o esquema teria funcionado quando Flávio era deputado estadual no Rio de Janeiro.

Segundo informações divulgadas à época, Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-policial militar, foi apontado como operador financeiro do gabinete. O caso ganhou força depois de relatórios de movimentações financeiras atípicas envolvendo Queiroz e ex-servidores ligados ao gabinete de Flávio. O senador sempre negou irregularidades e afirmou ser vítima de perseguição política.

A investigação também expôs vínculos indiretos com o universo das milícias do Rio. A mãe e a ex-mulher de Adriano Magalhães da Nóbrega, ex-capitão do Bope acusado de chefiar milícia em Rio das Pedras, trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro. Adriano também recebeu, por iniciativa de Flávio quando deputado estadual, a Medalha Tiradentes, maior honraria da Assembleia Legislativa do Rio.

Apesar disso, é importante destacar: Flávio Bolsonaro não foi condenado por envolvimento com milícias. O que existe são relações políticas, homenagens e nomeações de familiares de personagem apontado como miliciano, elementos que alimentaram suspeitas e desgaste público, mas que não resultaram em condenação criminal contra o senador por esse tema.

No campo judicial, o caso das rachadinhas sofreu reviravoltas. Em 2021, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal anulou provas da investigação, incluindo decisões relacionadas à quebra de sigilos. Em 2022, o Tribunal de Justiça do Rio rejeitou a denúncia contra Flávio Bolsonaro após pedido do próprio Ministério Público, atingindo a acusação por peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Outro ponto sensível é a acusação de interferência política na Polícia Federal. Em abril de 2020, Sergio Moro deixou o Ministério da Justiça afirmando que Jair Bolsonaro queria trocar o comando da PF para ter acesso a informações e relatórios de inteligência. A crise ocorreu em meio a investigações que atingiam familiares e aliados do então presidente.

A suspeita política levantada à época era de que Bolsonaro buscava controlar a PF no Rio de Janeiro e em Brasília para proteger seus filhos, especialmente Flávio, investigado no caso das rachadinhas. No entanto, relatórios posteriores da própria Polícia Federal concluíram que não houve comprovação criminal de interferência de Jair Bolsonaro em investigações da corporação.

Apesar de não haver condenação definitiva contra ele nesses casos, Flávio Bolsonaro foi acusado formalmente no caso das rachadinhas, teve seu nome associado a personagens ligados à milícia por vínculos políticos e funcionais, e foi beneficiado por decisões judiciais que enfraqueceram a investigação.

DA REDAÇÃO

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Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

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A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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