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AGRICULTURA

Comunidade rural fortalece parcerias e projeta um novo ciclo de desenvolvimento em Juscimeira

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Em pleno feriado de Tiradentes, quando muitos desaceleram, a Comunidade Vale da Serra mostrou que o futuro se constrói com ação. Na manhã desta terça-feira (21), moradores se reuniram na região da Curva da Santinha, em Juscimeira, para um encontro que vai além de uma agenda institucional: trata-se de uma articulação estratégica voltada ao desenvolvimento rural sustentável.

 

Por meio da Associação Vale da Serra de Pequenos Produtores Rurais da Agricultura Familiar, presidida por Buguinho e seus diretores, a comunidade recebeu representantes importantes do poder público e de instituições técnicas. Estiveram presentes a secretária municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Lucia Ferraz, representando também o prefeito Alexandre Russi, além da engenheira agrônoma Paula Seixas, diretora-presidente do Instituto IDASE, e a diretora administrativo-financeira Elizete Conceição.

O encontro teve como principal objetivo apresentar projetos desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente e pelo Instituto IDASE, com foco na assistência técnica e na extensão rural; pilares essenciais para fortalecer a agricultura familiar e ampliar a capacidade produtiva local.

Com apenas 16 anos de existência, a Comunidade Vale da Serra já reúne mais de 5 mil moradores e se consolida como uma das regiões em expansão no limite entre os municípios de Juscimeira e Poxoréu. Esse crescimento acelerado, no entanto, também evidencia uma necessidade urgente: ampliar o acesso à assistência técnica, infraestrutura e políticas públicas que acompanhem a realidade local.

Mais do que uma reunião formal, o momento representou a conexão entre conhecimento técnico e a vivência do campo. Quando políticas públicas se alinham às necessidades reais do produtor rural, cria-se um ambiente propício à inovação, ao aumento da produtividade e à melhoria da qualidade de vida das famílias.

O encontro reforça a importância da união entre comunidade, gestão pública e apoio técnico. O desenvolvimento sustentável não ocorre de forma isolada, ele nasce da cooperação, do planejamento estratégico e da presença efetiva do poder público.

Uma comunidade que cresce no ritmo da Vale da Serra precisa, na mesma medida, de investimento, atenção e continuidade nas ações. Quando esse alinhamento acontece, o resultado vai além do progresso é transformação concreta, com impacto direto na vida das pessoas e no futuro da região.

DA REDAÇÃO

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AGRICULTURA

Reforma agrária: o sonho da terra ainda move milhares de famílias no Norte de Mato Grosso

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No Norte de Mato Grosso, milhares de famílias ainda carregam um sonho simples e poderoso: ter um pedaço de terra para trabalhar, produzir e viver com dignidade.

A região, marcada por grandes fazendas e forte produção agrícola, também abriga comunidades de agricultores familiares que lutam há anos pelo acesso à terra. Para muitas dessas famílias, a reforma agrária representa a oportunidade de mudar de vida e construir um futuro melhor para os filhos.

Quando uma família conquista a terra, a transformação é rápida. O que antes era apenas pasto ou terra abandonada passa a produzir arroz, feijão, mandioca, leite, frutas e hortaliças. Esses alimentos abastecem feiras, mercados e mesas das cidades da região.

Além de produzir comida, os assentamentos ajudam a movimentar a economia local. Pequenos agricultores compram insumos no comércio da cidade, vendem sua produção e geram renda para as comunidades.

Em Mato Grosso, centenas de assentamentos já mostram que a agricultura familiar pode ser produtiva, sustentável e fundamental para a segurança alimentar.

Mas o desafio ainda é grande. Muitas famílias continuam esperando a oportunidade de conquistar sua terra e iniciar uma nova história no campo.

Para quem vive essa realidade, a reforma agrária não é apenas uma política pública. É esperança. É trabalho. É dignidade.

Porque para milhares de trabalhadores rurais, o sonho continua o mesmo: Um pedaço de chão para plantar, colher e construir a própria vida.

 

DA REDAÇÃO

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AGRICULTURA

Mulheres Sem Terra realizam Jornada de Lutas pela Reforma Agrária e contra as violências

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Com o lema: “Reforma Agrária Popular: enfrentar as violências, ocupar e organizar!”, a mobilização acontece com ações em todo o país, de 8 a 12 de março

 

Neste ano de 2026, a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra acontece entre os dias 8 e 12 de março, com atividades que mobilizarão as mulheres Sem Terra dos acampamentos e assentamentos de todo o país. Com o lema, “Reforma Agrária Popular: enfrentar as violências, ocupar e organizar!”, os atos em nível nacional tem como foco denunciar a paralisação da Reforma Agrária pelo Estado brasileiro.

 

Lizandra Guedes, coordenadora nacional do setor de Gênero do MST, explica que o caráter da Jornada será de formação, organização e denúncia. Com a realização de “ações simbólicas que possibilitem o diálogo com a sociedade brasileira sobre a necessidade da Reforma Agrária Popular como pauta central”.

 

Além do tema central da luta pela terra, a coordenadora também enfatiza as atividades da data de 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, como marco das mobilizações que reunirão as mulheres do campo e da cidade para exigir o combate ao feminicídio, o fim da escala 6X1, a igualdade salarial e valorização da Política Nacional do Cuidado; entre outras pautas importantes para as mulheres da classe trabalhadora organizada, que tem denunciado constantemente as violências estruturais do sistema capitalista, patriarcal e racista.

Segundo Lizandra, a construção dessa Jornada de Lutas das Mulheres é orientada por três frentes de luta: “a urgente necessidade de enfrentamento às violências nas mais variadas formas, entendendo que a sociedade emancipada pela qual se luta exige territórios livres de exploração e opressão; a luta pela terra como motor da organização, que massifica e materializa o projeto de vida digna que quer para o campo. Já na terceira frente aponta a necessidade de organização permanente para o fortalecimento dos territórios e a soberania dos povos, enfatiza a dirigente.

 

A Jornada também pauta a luta internacional contra as violências às mulheres e ataques de países imperialistas à soberania dos povos. “Nossa Jornada não poderia deixar de mencionar a luta e solidariedade internacional, as mulheres Sem Terra também defendem a soberania popular dos povos do mundo, exigindo o fim do sequestro do presidente da Venezuela Nicolás Maduro e da deputada Cília Flores, e o fim do bloqueio criminoso a Cuba, reafirmando que a luta por justiça social no campo brasileiro se conecta com as lutas de todos os povos da América Latina e do mundo”, afirma Margarida da Silva, da coordenação nacional do MST.

DA REDAÇÃO

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AGRICULTURA

Mapa promove formação de lideranças em Rondonópolis para entidades beneficiadas com máquinas e equipamentos

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Entidades que receberam máquinas e equipamentos por meio de projeto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), sob a coordenação do ministro Carlos Fávaro, participarão de um processo de formação e capacitação de lideranças em Rondonópolis. A iniciativa integra as ações complementares do projeto, que vão além da entrega dos equipamentos e buscam fortalecer as associações e cooperativas rurais.

O processo de formação contará com três a quatro encontros presenciais, cada um com duração de um dia, a serem realizados entre os meses de janeiro e maio deste ano. A proposta é dar continuidade ao acompanhamento das entidades beneficiadas, aprimorar a organização interna e fortalecer a atuação coletiva, com foco no associativismo e no cooperativismo rural.

A capacitação visa consolidar experiências já vivenciadas pelas organizações, além de estimular a busca por novas possibilidades de acesso às políticas públicas oferecidas pelo governo federal e por outros órgãos públicos, ampliando as chances de novas conquistas para o setor rural.

O primeiro encontro acontece no dia 31 de janeiro, das 9h às 16h, no Sindicato dos Bancários de Rondonópolis, localizado na Avenida 13 de Maio, nº 1123, no Centro da cidade. O evento reunirá lideranças de associações e cooperativas rurais, além de representantes de movimentos sociais e instituições parceiras.

Confirmaram participação representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais 13 de Outubro e da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), fortalecendo o caráter formativo, plural e institucional do encontro.

A organização orienta que todos os participantes levem prato, talheres e caneca. Para garantir a logística necessária, é solicitada a confirmação de presença até o dia 26 de janeiro.

Mais informações podem ser obtidas pelos contatos de apoio:

  • Itelvina Masioli – (66) 9 9951-4155
  • Fia Nunes – (66) 9 9910-5078
  • Iaca – (66) 9 9968-9808
  • Wedel Girotto – (66) 9 9698-7576
  • Dê Silva – (66) 9 9726-1882

A iniciativa reforça a estratégia do Mapa de integrar infraestrutura, formação e organização social, contribuindo para o fortalecimento da agricultura familiar, do associativismo rural e do desenvolvimento sustentável na região.

SEGUE CONVITE NA ÍNTEGRA:

Convite 31-01 Etapa Roo (1)

DA REDAÇÃO

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